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Morte de menina muda a lei de doação de órgãos na Argentina

A lei foi aprovada no Congresso do país e leva o nome da garota

Redação Pais&Filhos

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Foto: iStock

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Justina Lo Cane deixou uma marca na Argentina. Quando tinha um ano e meio, foi diagnosticada com miocardiopatia dilatada, doença cardíaca que pode ser fatal. Depois do diagnóstico, medicamentos conseguiram estabilizar o funcionamento de seu coração e ela foi crescendo, levando uma vida quase normal. Ano passado, no entanto, o estado do coração dela piorou e só um transplante poderia salvá-la.

A menina morreu em novembro de 2017, aos 12 anos, enquanto aguardava o transplante cardíaco. Seus pais, Paola e Ezequiel lançaram então uma campanha para aumentar o número de doadores e sugeriram mudanças na lei de doações de órgãos. A principal delas foi aprovada por unanimidade no Congresso argentino.

Foto: Reprodução / Facebook

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Foi aí então que surgiu a Lei Justina, que diz que todo cidadão argentino passa a ser doador, a menos que manifeste o desejo contrário ainda enquanto vivo. Com a nova legislação, não será mais necessária a autorização de familiares para a retirada dos órgãos a serem transplantados.

Os pais e irmãos da menina estiveram na Câmara dos Deputados durante a votação da lei e foram muito aplaudidos por todos os representantes políticos. Mais de 7 mil argentinos estão na lista de espera para receber um órgão que lhes dê nova oportunidade para viver.

Nós adoramos a iniciativa!

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