Restaurantes mostram os impactos da contaminação do coronavírus

Fim de semana resulta o impacto da quarentena realizada para tentar diminuir o crescimento do coronavírus, donos de estabelecimentos tentam pensar em alternativas para suprir os números.

Resumo da Notícia

  • Impactos do corona vírus sobre setores de bares e restaurantes
  • Faturamento cai no fim de semana
  • Abrasel promove guia prático para lidar com o coronavírus

No fim de semana, bares e restaurantes registraram a queda de 50% do faturamento médio, sentindo o impacto da pandemia do coronavírus. Mesmos as casas seguindo a cartilha da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) – guia prático e instrutivo traz uma breve explicação sobre o vírus, formas de contaminação, boas práticas de segurança de alimentos, higienização e outros alertas válidas também para a prevenção de outros vírus mais comuns –  a consequência do vírus continua.

“Na sexta tivemos um impacto e, no sábado, mais ainda. A casa até estava cheinha, algumas reservas ficaram, mas tive várias desistências”, conta Giovanna Maia, proprietária do gastropub Loca Como Tu Madre para o Metrópoles. A proprietária também diz está pensando em outras alternativas como Delivery ou até mesmo férias coletivas, pois se preocupa com seus funcionários.

Para o ex-presidente da Abrasel-DF Rodrigo Freire, ainda não é a hora para o governo pensar em fechar bares e restaurantes,  para ele empresas como as de Maia trabalham com um custo médio de 40% do faturamento, ou seja, em 30 dias a maioria de empresas do setor poderia quebrar, e adverte “As autoridades devem ter muita responsabilidade para dar o remédio certo na hora certa. A gente sabe que a prioridade é a saúde das pessoas, sem dúvida, mas ao mesmo tempo sabemos que o efeito das medidas pode causar um prejuízo enorme: desemprego, falências, um efeito cíclico na sociedade”.

Os restaurantes e bares devem manter o guia pratico em fácil acesso para seus clientes também, manter clientes e funcionários bem-informados sobre a doença é vital. Também vale reforçar a comunicação visual do estabelecimento, com avisos que indicam como lavar as mãos de modo correto, por exemplo. O momento é de manter a calma, proteger os grupos de risco e, na medida do possível, estimular a economia local.

 

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