Tive que abrir a lata

Renata Costa, mãe do Miguel, insistiu na amamentação, mas não teve jeito, o peito virou só um chameguinho.

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Renata Costa, mãe do Miguel participa da campanha Culpa,Não! O tema do mês de Junho é  “Não dou leite comum, dou fórmula”  se você também quiser participar siga a nossa página no Facebook e mande um depoimento sobre o tema do mês para giovanna@revistapaisefilhos.uol.com.br .  

Com 18 anos fiz redução de mamas. Naquela época fui informada da possibilidade de ter  dificuldades para amamentar, mas nem pensava em ser mãe então não me preocupei com isso.

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Aos 29 engravidei e durante toda a gestação me preparei para amamentar. Quando nos primeiros dias após o nascimento vieram as dificuldades, meu mundo caiu!!!!

Tive baby blues e só chorava, meu bebe não ganhava peso e eu insistia que teria q amamentá-lo, que só isso era o certo. Achava que seria menos mãe se complementasse ou oferecesse a ele outro leite!!! Foi um caos. Muita culpa!!!!

Até que com 20 dias, no meu limite aceitei abrir a LATA! A lata que me faria feliz e mais tranqüila dali para frente!!! rs

Continuamos com a “pseudo” amamentação até seus 5 meses. Na verdade ele já tomava tanto leite artificial que era mesmo só um chameguinho nosso.

Hoje tenho um grupo com 7000 mães aqui no face e um blog: www.4moms.com.br onde ajudo várias mães que passam por esse dilema.

Tentei de tudo, só não aceitei fazer a relactação por que já estava confortável com a opção do leite artificial, vendo que meu pequeno estava bem e tranquilo.

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