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8 fronteiras que padrastos NÃO devem cruzar

Entrando em uma nova relação? Listamos 8 deslizes comuns e como lidar

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Redação Pais&Filhos

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(Foto: iStock)

Encontrar um novo parceiro oferece uma nova chance de amor e vida familiar, mas também é uma hora que alguns problemas provavelmente aparecerão. Quando você começa a se relacionar com outra pessoa, o relacionamento do seu parceiro com seus filhos não será igual o processo da paternidade. Então, existe uma rede de limites que os padrastos não devem cruzar. Listamos oito deslizes comuns para evitar e como os padrastos podem lidar com essas situações.

1. Não tente tomar o lugar da mãe ou pai

Se o novo casamento é resultado de divórcio ou morte, você nunca pode tomar o lugar do pai biológico e nem deve tentar fazer isso. “Não importa o que o ex-cônjuge tenha feito, respeite a necessidade da criança de amar esse pai”, diz Derek Randel, especialista em criação de filhos. Nunca exija ou peça para a criança te chamar de “mãe” ou “pai”. Seja claro com o seu enteado sobre o seu papel na família. Ele pode desenvolver sentimentos de amor e respeito por você sem ter que usar o termo “mãe” ou “pai”. E se as crianças decidirem, sozinhas, usar esse termo para você, demonstre uma gratidão silenciosa e uma responsabilidade de viver de acordo com o rótulo.

2. Não bata

Opa! NINGUÉM deve bater em uma criança. Nem mãe, pai, avó, tio, padastro… Mas, se por algum acaso você acha que perder a cabeça e xingar e bater no seu enteado seja certo, você está MUITO errado. Se você se sentir preocupado, remova-se da situação e relate qualquer mau comportamento a sua parceira para que ela determina as consequências necessárias.

3. Não assuma uma posição de autoridade

As crianças menores de 6 anos podem estar mais dispostos aceitar a autoridade do padrasto na nova família, mas as crianças em idade escolar e adolescentes, muitas vezes, irão repelir as tentativas de um padrasto a autoridade. Então, vá devagar. Seja como um amigo para a criança, para tentar ganhar o amor e o respeito dela. Isso levará tempo e esforço, mas vale a pena.

4. Nunca se envolva em discussões entre sua parceira e o ex dela

Pode ser tentador opinar em uma discussão entre sua mulher e seu ex – mas não faça isso. A decisão do melhor para o filho é deles. Você certamente pode dar sua opinião sobre alguma discussão, mas faça isso em particular com sua parceira.

5. Nunca se envolva em discussões entre seu enteado e sua parceira

Se você fizer isso, a criança pode sentir que você está se intrometendo em seus negócios, fazendo com que a criança se sinta ressentida com você. Deixe que eles resolvam os problemas sozinhos. Seja o sistema de apoio da sua parceira, apenas dê sua opinião se ela pedir.

6. Não contrarie os desejos do ex

Se o pai da criança o proibiu de fazer certas coisas, não cabe a você contrariar o que ele determinou. Se alguma das regras do pai te preocupa, você pode conversar com sua parceira sobre isso.

7. Não fale mal do ex da sua parceira

Por mais que você queira fazer isso, controle-se. Afinal, a criança é 50 por cento dessa pessoa. Se sua namorada precisar desabafar sobre o ex, esteja lá para ela, mas não contribua na hora de falar mal. Quando possível, contribua para a qualidade da vida familiar ajudando a conter qualquer conflito entre o sua mulher e o ex.

8. Entenda que seu enteado ama o pai biológico

Você precisa compreender a necessidade de qualquer criança de ter um vínculo com seu pai. Nunca queira estar acima dele. Um relacionamento entre pais e filhos é muito importante e isso não irá prejudicar o sua relação com sua parceira.

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