Pais

Estudo prova que mães passam mais de 1.400 horas preocupadas com a saúde dos filhos

A pesquisa feita pela OnePoll mostrou que isso acontece durante o primeiro ano de vida dos bebês

Isabella Zacharias

Isabella Zacharias ,Filha de Aldenisa e Carlos

Um novo estudo provou que as mães passam mais de 1.400 horas preocupadas com os filhos (Foto: Getty Images)

Um novo estudo, feito pela OnePoll e pela Mead Johnson Nutrition, entrevistou 900 mães e 100 pediatras americanos. Os pesquisadores descobriram que as mães de primeira viagem passam mais de 1.400 horas preocupadas com a saúde dos filhos no primeiro ano de vida deles. Isso equivale a 58 dias, ou seja, dois meses!

Além disso, os pesquisadores descobriram que o Google é constantemente bombardeado de perguntas das mães, com cerca de 300 buscas somente quando o bebê tem 1 ano. O estudo também descobriu que as mães de primeira viagem costumam ligar para as próprias mães com perguntas sobre saúde do bebê.

E tem mais: o estudo descobriu quais são as principais preocupações das mães do primeiro ano de vida do bebê: 58% estão preocupadas com saúde geral do bebê, 54% se preocupa com acontecimentos na idade certa, 52% quer saber sobre a quantidade de leite ou de fórmula consumida pelo filho, 47% se pergunta se o filho está crescendo como deveria e 45% tem dúvidas sobre a ingestão nutricional, como vitaminas e suplementos necessários.

A pesquisa também mostrou as perguntas mais comuns feitas pelas mães: “por que o cocô do bebê é verde?”, “por que meu bebê faz tanto xixi?”, “quando meu bebê vai dormir a noite toda?”, “por que meu filho não quer tirar uma soneca à tarde?”, “O que esse choro significa?” e “por que ele não para de chorar?”.

De acordo com os Jonathan Malka, um dos pesquisadores do estudo, as mães estão sempre preocupadas porque os bebês não vêm com manual de instrução. “É importante que elas pensem que elas não estão sozinhas nessa! É reconfortante saber que, quando você está acordada à meia noite, pesquisando alguma dessas perguntas, é totalmente normal”, ele conclui.

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