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Pai cria robô salva-vidas após perder filha recém-nascida por infecção hospitalar

Foram 8 anos desenvolvendo a tecnologia

Jéssica Anjos

Jéssica Anjos ,filha de Adriana e Marcelo

(Foto: Reprodução/ Instagram)

Jacson desenvolveu um robô para salvar pessoas, motivado pela morte da filha (Foto: Reprodução/ Instagram)

A tristeza de um pai se tornou motivação para salvar vidas! No ano de 2010, Jacson Fressatto teve que ver sua filha recém-nascida, prematura internada em uma UTI neonatal do hospital de Curitiba. Após 18 dias, o bebê contraiu infecção hospitalar e não resistiu.

Jacson é arquiteto com experiência em segurança corporativa, e usou o momento difícil como trampolim para ter uma ideia inovadora. Ele dedicou seus dias, desde o falecimento da bebê, a desenvolver o primeiro robô cognitivo do mundo que realiza um gerenciamento de risco.

Oito anos depois, nasceu a tecnologia que auxilia os profissionais da área da saúde a ter mais controle sobre a situação de todos os pacientes e a detectar aqueles que estão em situação de risco ou em circunstância de infecção generalizada.

A maquina possui 263 motores que funcionam em tempo real, leem as informações e emitem alertas para os médicos a cada 3.8 segundos sobre o estado de todos os pacientes que estão sob seus cuidados. Em homenagem a sua filha, que inspirou Fressatto a desenvolver a tecnologia inédita, o robô foi batizado de Laura.

A infecção hospitalar ou sepse, é algo comum em todo o mundo. O excesso de atenção do organismo a uma infecção, acaba deixando outras partes do corpo de lado e agravando quadros médicos. Hoje, o Robô Laura salva uma vida por dia nos cinco hospitais que está presente.

Confira abaixo a apresentação do Robô Laura:

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