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Criança

Voluntários viajam 250 quilômetros para salvar a vida de menino com leucemia

Fernando tem 2 anos de idade

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

(Foto: Reprodução / TVTem)

Fernando, de 2 anos, perdeu seu irmão gêmeo para a leucemia (Foto: Reprodução / TVTem)

Ainda existe muita gente do bem nesse mundo e a prova disso são os voluntários que estão indo de Araçatuba até Jaú, em São Paulo, para doar sangue a um menino com leucemia, que perdeu o irmão gêmeo para a doença.

Para tentar salvar Fernando, de 2 anos, e encontrar um doador de medula óssea compatível, foi feita uma verdadeira corrente do bem. O menino mora em Araçatuba com seus pais, mas teve que se mudar temporariamente para Jaú enquanto espera pelo doador.

 

Fernando foi diagnosticado com leucemia após seu irmão gêmeo, Matheus, falecer por conta da doença. O caso sensibilizou centenas de pessoas em Araçatuba e está mobilizando cada vez mais doadores. Mesmo quem não conhece a família está viajando para se cadastrar como doador de sangue.
A leucemia é o câncer mais comum em crianças e adolescentes, representando cerca de 30% dos casos de câncer (Foto: Scantling Photography)

A leucemia é o câncer mais comum em crianças e adolescentes, representando cerca de 30% dos casos (Foto: Scantling Photography)

A iniciativa partiu da voluntária Juliana Cunha, que perdeu o marido para a luta contra o câncer também. Juliana organizou uma viagem até Jaú e conseguiu fretar um ônibus para levar os doadores ao hemocentro. As pessoas que não podiam viajar para doar ajudaram com dinheiro para transporte e alimentação dos doadores, para que os gastos não fossem tão excessivos.
Para Edson Cesar de Souza, pai de Fernando, a solidariedade refletiu na recuperação do filho e também ajudará a família na superação dessa fase: “Isso é a pior coisa que poderia acontecer na vida de um pai e de uma mãe, mas esse amor nos ajuda de alguma forma”, declarou.
O caso dos gêmeos cadastrou mais de 3 mil pessoas nas doações de medula óssea em Araçatuba. O cadastro pode ser feito em qualquer hemocentro, por pessoas que tenham de 18 a 55 anos.
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