Engravidar

4 dicas para aumentar as chances de escolher o sexo do bebê

Existem outros truques que não incluem a tecnologia

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Nathália Martins

Nathália Martins ,Filha de Sueli e Josias

(Foto: Shutterstock)

Chega de superstição, vamos fazer sobre ciência (Foto: Shutterstock)

Ao longo da história, os pais tentaram influenciar o gênero dos filhos. Na Grécia antiga, os homens acreditavam que poderiam ser pai de um menino se fizessem sexo enquanto estavam deitados do lado direito. Já em 1700 na França, acreditava-se que amarrar o testículo esquerdo produzia meninos. As prateleiras das bibliotecas há muito tempo estão repletas de livros que oferecem sabedoria popular sobre a seleção de gêneros, algumas delas até com base científica. Ainda assim, as chances permaneceram em cerca de 50% para os dois lados.

Até que, em 1978, o nascimento do primeiro bebê de proveta inaugurou um mundo novo de criação. Hoje, graças aos avanços na tecnologia reprodutiva, os casais podem não apenas obter ajuda para engravidar, mas também podem escolher o sexo do bebê. E todos – desde pais, especialistas em fertilidade e até organizações médicas – têm uma opinião sobre se esse progresso é uma bênção ou uma maldição.

Aumentando as probabilidades  

(Foto: iStock)

Existem 3 métodos sofisticados de seleção de sexo (Foto: iStock)

Atualmente, existem 3 métodos sofisticados de seleção de sexo – cada um envolvendo também desvantagens significativas e considerações éticas. O mais antigo baseia-se no fato de que os cromossomos femininos nos espermatozoides são maiores e mais densos que os cromossomos masculinos. Então o esperma é filtrado através de um soro humano, que separa esses espermatozoides. As mulheres são inseminadas artificialmente com o que contém uma proporção maior do sexo desejado. Embora isso seja relativamente acessível, ele falha com frequência.

Um método mais bem sucedido é o diagnóstico genético pré-implantacional (DGP), um teste originalmente desenvolvido para rastrear doenças genéticas como a hemofilia e a distrofia muscular, que afetam desproporcionalmente os meninos. Este processo só pode ser feito durante a fertilização in vitro (FIV), na qual os óvulos de uma mulher s