Funcionária finge estar grávida e inventa complicações médicas para conseguir licença-maternidade

A norte-americana Robin Folsom, de 43 anos, chegou a criar o nome do suposto pai da criança, mas foi descoberta por colegas de trabalho. O caso está sendo investigado

Resumo da Notícia

  • Mulher finge estar grávida para conseguir licença-maternidade no trabalho
  • Robin Folsom, de 43 anos, usou uma barriga falsa e chegou a enviar fotos do bebê recém-nascido
  • Ela foi desmascarada por colegas de trabalho e agora está sendo acusada

Robin Folsom, de 43 anos, fingiu estar grávida para conseguir uma licença-maternidade. A mulher que é oficial do estado da Georgia, nos Estados Unidos, inclusive usou uma barriga falsa para criar a farsa.

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As crianças precisam aprender a resolver os problemas e também lidar com a frustração
Robin Folsom fingiu uma gravidez no trabalho e foi descoberta pelos colegas (Foto: iStock)

De acordo com as autoridades, a mulher levou a história tão a sério, que inclusive enviou fotos do suposto bebê recém-nascido para os colegas de trabalho, porém o disfarce caiu por terra quando em março uma pessoa da equipe viu a barriga falsa “saindo” da roupa e denunciou a situação.

Outro ponto que também levantou a questão foi o fato do bebê apresentar diferentes tons de pele dependendo das fotos. Robin chegou a inventar um pai da criança, com o nome Bran Otmembebwe, infomrou o Inspetor Geral do Escritório da Georgia.

A mulher chegou a ter sete semanas de folga do trabalho com toda a situação, após o suposto pai da criança enviar um email para o chefe dela dizendo que ela precisava fazer repouso segundo uma recomendação médica.

Uma mulher usou uma barriga falsa para se passar por grávida e conseguir folga no trabalho
Uma mulher usou uma barriga falsa para se passar por grávida e conseguir folga no trabalho (Foto: reprodução/Daily Mail)

As informações foram fornecidas ao site Daily Mail. As suspeitas que começaram dois meses antes dela “dar à luz” foram confirmadas pelos investigadores, que também descobriram não existir nenhum Bran Otmembebwe.

A mulher, que atuava no serviço público, ganhava cerca de 516 mil reais por ano. Ela resignou ao cargo e o caso segue sob investigação, com a possibilidade de Robin pegar 10 anos de prisão por identidade falsa e mais de 5 anos por dar falsos testemunhos, além de uma multa que pode superar 700 mil reais.