Bebês

Amamentação: respondemos às dúvidas mais buscadas no Google sobre o assunto

Será que a sua pergunta está aqui também?

Redação Pais&Filhos

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(Foto: iStock)

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Sabe as pesquisas que você faz no Google? Desde a simples receita do bolo de cenoura até as dúvidas mais complicadas, o buscador registra tudo o que é digitado. A empresa nos mandou as 20 principais pesquisas relacionadas à busca com a palavra “amamentar” e a gente respondeu tudo aqui, com a ajuda de especialistas, claro! Lembrando que cada mãe tem o seu jeito e suas necessidades e, sendo assim, é importante consultar o seu próprio médico para que as questões mais delicadas possam ser resolvidas com atenção especial.

Primeira viagem

 “como amamentar um recém-nascido”,  “como acordar o bebê para amamentar”,  “como amamentar seu filho corretamente

Dúvidas sobre a amamentação, como os melhores horários, o que fazer durante a noite, tudo isso é comum para as mães de primeira viagem. No início, é bom deixar o bebê estabelecer os seus próprios horários e então a mãe oferece o leite quando ele quiser!

“Normalmente nas primeiras semanas de vida os horários costumam ser bem irregulares, podendo variar desde a cada hora, ou ter até quatro horas de intervalo. Aos poucos a própria criança vai estabelecendo horários mais fixos, aproximadamente a cada 3 horas, o que acontece geralmente a partir do primeiro mês de vida”, explica Arno Norberto Warth, que é pediatra e pai de Lucas e Gabriel.

Caso o seu filho mantenha horários irregulares após o terceiro mês de vida, consulte o pediatra em busca de orientação. Juntos, vocês poderão entender o que está causando essa inconstância e ajustá-la. Afinal, a falta de rotina pode ser cansativa para a mãe. Se o seu filho não acordar para mamar à noite e estiver ganhando peso, você não precisa acordá-lo!

Picada de mosquito “pode amamentar com zika” /  “quem está com dengue pode amamentar” / “chikungunya pode amamentar

Muitas mães querem saber se podem amamentar tendo alguma dessas doenças. “Foi encontrado o vírus no leite materno, mas ainda não existe nenhum estudo que comprove a transmissão dessa forma, tanto que o Centro de Controle de Doenças e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento nesses casos”, explica Moises Chencinski, pai de Renato e Danilo, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo, criador da campanha #EuApoioLeiteMat