Saúde

Mãe faz alerta depois da filha ter reação alérgica grave a comida: “Foi silencioso e sem sinais”

A menina estava fazendo um exame no alergista

Rhaisa Trombini

Rhaisa Trombini ,Edileyne e Geraldo

Julie mora com as 2 filhas e o marido no Texas (Foto: Reprodução/ Facebook)

Julie Ferrier Berghaus mora com a família em Denison, no Texas. Ela é mãe de Maren e Morgan, ainda bebê. Ela levou a mais velha para o alergista realizar alguns exames para ver se a menina era alérgica a algum alimento. Porém, ela não esperava que a reação da menina fosse ser tão forte.

“Não foi nada como eles mostram na TV. Eu também já vi reações alérgicas no hospital com medicamentos, e o choque anafilático não parecia ser normal.” Os médicos deram um pequeno pedaço de caju para a Maren comer e depois de 5 minutos, seu único sintoma era coceira no ouvido.

“Ela estava perfeitamente feliz e ainda brincando“, completou a mãe em seu relato no Facebook. Logo depois, a menina começou a reclamar de dor de barriga e, em seguida, começou a se coçar toda, mas não tinham erupções no corpo dela.

Por conta disso, eles aplicaram a primeira dose de epinefrina (adrenalina), um hormônio usado para tratar alergias. “O remédio acalmou tudo por cerca de dez minutos. Depois disso, ela realmente começou a coçar muito mais”, explicou Julie.

Maren começou a ter outros sintomas: manchas vermelhas aparecem na pele, até nos olhos. Eles deram mais um medicamento, mas 5 minutos depois a menina ela começou a tossir e sentir a respiração mais pesada. Seus sinais vitais estavam alterados, pressão baixa, batimentos baixões e pulso acelerado. “Surpreendentemente, ela ainda estava apenas brincando e apenas irritada com a coceira.”

Maren teve um choque anafilático ou anafilaxia (Foto: Reprodução/ Instagram)

Ela começou a desmaiar  e teve um choque anafilático. Os médicos começaram a aplicar mais remédios. Ela ficou inconsciente por 10 minutos. “Maren precisou ser vigiada por muitas horas depois, porque a anafilaxia pode retornar em um segundo turno, tão grave quanto a primeira”, explicou a mãe.

“O choque anafilático nos surpreendeu por ser inesperado e silencioso. Eu esperava ver asfixia, respiração ofegante, chiado e vê-la agarrando seu peito e pescoço. Pensava que seria algo óbvio e dramático. Foi realmente muito silencioso, e ela não mostrou nenhum problema sério até muito tarde”, relatou a mãe em seu post no Facebook.

Agora, a mãe pede para que os pais tomem cuidado. “Não tenha medo de dar epi. Isso poderia salvar sua vida. Muito melhor prevenir do que remediar.” A mãe completa dizendo para não ficar com receio de dar a medicação, pois mesmo que não precise, não vai fazer mal. “Você precisa reagir antes que ela fique severa. É uma questão de vida ou morte”.

Ela ainda da dicas de como lidar com uma alergia. Se o socorro não chegar e seu filho continuar tendo sintomas, de mais uma injeção de epinefrina de 5 a 15 minutos depois da primeira.

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