Criança de sete anos morre após passagem do furacão Dorian em Bahamas

O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos classificou o fenômeno como o segundo mais forte registrado na bacia do Atlântico

Menino de sete anos se torna a primeira vítima do furacão Dorian (Reprodução: Facebook)

Lachino Mcintosh, de apenas 7 anos, faleceu neste domingo (01) após sua casa ter sido atingida pelo furacão Dorian, em Bahamas. O menino se tornou a primeira vítima fatal do fenômeno enquanto estava procurando algum lugar seguro para ficar.

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Segundo o jornal local, os outros integrantes da família de Lachino continuam desaparecidos, mas as buscas não pararam. Imagens compartilhadas por internautas mostram como a cidade ficou destruída, quase nada aguentou e muitas famílias ficaram sem moradia e suplementos.

De acordo com o jornal britânico, Daily Mail, o furacão estava com ventos de até 360 quilômetros por hora e chegou à categoria cinco, o que significa que ele está muito forte. Agora está a caminho do estado da Flórida nos Estados Unidos. Nos estados da Flórida e da Carolina do Sul milhares de pessoas já tiveram que evacuar de suas casas por causa do furacão.

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O ministro de Assuntos Exteriores de Bahamas, afirmou à população que não é seguro sair as ruas ainda devido ao alto número de fios e árvores derrubadas. O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos classificou o fenômeno como o segundo mais forte registrado na bacia do Atlântico.

Solidariedade nesses momentos

Danielle Palmer é mãe de três crianças e mora em Owensville, Missouri. Quando ouviu sobre a devastação que o furacão Harvey causara nas cidades vizinhas, ela achou que podia ajudar com o que estava ao seu alcance: doando o leite materno que tinha estocado em seu freezer.

Um dos bebês beneficiados com a doação foi Truett, que tem uma doença no coração, entre outras condições delicadas. O estoque recebido garante mais de 300 mamadas para o menino.

No Instagram, Danielle tem recebido milhares de manifestações de carinho e incentivo por sua generosidade. E, a todos, ela responde que as mães precisam contar umas com as outras para criar seus filhos. Exatamente igual ao que a gente sempre defende: é preciso ter uma vila inteira para educar crianças.

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