Filha de Bussunda comenta luto após 15 anos da morte do pai: “Achava que ele era um super-herói”

Júlia Besserman apareceu pela primeira vez e relatou luto sobre a morte do parente. Ela contou que, quando era criança, achava que o parente era um super-herói e que o poder dele vinha do barrigão

Resumo da Notícia

  • Júlia Besserman apareceu pela primeira vez e relatou luto sobre a morte do pai, Bussunda
  • Ela contou que, quando era criança, achava que o parente era um super-herói e que o poder dele vinha do barrigão
  • O humorista do Casseta Planeta morreu em 2006

Júlia Besserman apareceu pela primeira vez e relatou luto sobre a morte do pai, Bussunda, humorista do Casseta Planeta. Ela contou para O Globo que, quando era criança, achava que o parente era um super-herói e que o poder dele vinha do barrigão. Sobre a barriga, ela também disse que a primeira lembrança que tem com o pai está ligada a essa parte do corpo.

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Quando ela era bebê os dois tomaram um caldo “absurdo” no mar. Ela lembra a desorientação, a falta de ar, o desespero e… um objeto não identificado que cobriu o sol. Era ela novamente, a barriga de Bussunda, que a salvou.

A maioria das memórias que Júlia tem do pai, (como essas) ela conta no documentário “Meu amigo Bussunda”, que estreia na próxima quinta-feira (17, data dos 15 anos de morte do humorista), no Globoplay, são da praia. Ele a ensinou a pegar onda, jacaré, a saber a diferença entre vala e boca… Mandou até fazer uma prancha para que fizessem aulas em família no Havaí, mas não deu tempo. A prancha nunca mais saiu de casa e Júlia se distanciou do mar.

Filha de Bussunda comenta luto após 15 anos da morte do pai: “Achava que ele era um super-herói” (Foto: Reprodução/ Instagram)

Ela ainda contou como se sentiu ao descobrir a morte do pai: “Me perguntei: ‘Por quê?, Por que com a gente?’. Achei uma injustiça enorme. A sensação foi de um balde de água fria, que gela da cabeça aos pés. Imediatamente, comecei a chorar”. Sobre o luto ela disse que sentiu ‘um sentimento infundado de culpa’. “Pensava: ‘Se tivesse ligado no dia, talvez ele tivesse ido ao médico” ou “Se estivesse perto, não teria acontecido’. Essas fantasias que a gente cria”, contou.

Para concluir ela contou o que falaria se soubesse que ele estava partindo: ” Aquele clichê sobre o quanto eu o amava. Queria que soubesse que foi um p*t@ pai mesmo pelo tempo curto, que isso eu não por trocaria por nada”.