Mulher dá à luz dentro de carro da PM e a foto da comemoração dos policiais é incrível

A mãe estava indo para o pronto-socorro de Sapopemba em São Paulo no carro do sogro, mas o veículo quebrou e Velentina nasceu à caminho da maternidade com a ajuda dos oficiais

Resumo da Notícia

  • Mulher deu à luz dentro de viatura da PM
  • O carro do sogro quebrou a caminho do hospital
  • Soldados estavam perto do local e conseguiram ajudá-la
  • O caso ocorreu em São Paulo
Polícia ajuda mulher em trabalho de parto (Foto: Getty Images)

No último domingo, 2 de fevereiro, uma mulher deu à luz a uma menina dentro de um carro da Polícia Militar, que estava na altura da avenida Bento Guelfi, no bairro de Iguatemi, na zona leste de São Paulo.

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A mulher entrou em trabalho de parto e foi levada de carro pelo sogro, mas no caminho do hospital o veículo quebrou. Por sorte  os soldados da PM, estavam na região e o homem conseguiu pedir ajuda.

De acordo com o R7, a mãe foi colocada na viatura, mas não deu tempo de chegar até o hospital. Os policiais andaram 500 metros e tiveram que fazer o parto da mulher, que estava desesperada. 

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Equipe do Corpo de Bombeiros que atendeu a mulher e a filha (Foto: Reprodução/ R7)

A criança nasceu com o nome de Valentina e logo depois, mãe e filha foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros e levadas até uma maternidade de Sapopemba. Elas estão bem e se recuperando. Casos com

Ajuda da Polícia Militar

Um menino, de sete anos, salvou a mãe do ex-padrasto. A mulher de 30 anos estava sendo espancada pelo homem, quando o filho pegou o telefone e ligou por conta própria para a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

De acordo com a polícia, a ligação ‘assustou’ o agressor, que fugiu e está sendo procurado pelos policiais até o momento. No boletim de ocorrência, o menino afirmou que estava cansado de ver a mãe apanhando.

O ex-padrasto deu diversos socos na vítimas e estava ameaçando a mulher com uma faca quando o filho saiu da cama e flagrou a cena. Mas isso não foi a primeira vez! Segundo a Polícia, ela tinha medida protetiva de urgência contra o agressor, depois de procurar a Justiça local por conta de ameaças de morte sofridas pelo suspeito.

O relacionamento durou dois anos, até as agressões começaram, principalmente por motivos de ciúmes. No relato, a mulher contou que era a segunda vez desde a emissão da medida que ele foi até a casa dele, mas que não havia denunciado por medo do filho sofrer algum tipo de violência.

 

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