Casal é obrigado a devolver filha adotiva aos pais biológicos após eles mudarem de ideia

Sarah Howell ficou muito triste e achou que teria um aborto espontâneo do filho que estava esperando

Resumo da Notícia

  • Sarah Howell, de 31 anos, e Chris, de 32, queriam ter uma família, mas ela tinha dificuldades de engravidar.
  • Após três anos na fila de espera, o casal conseguiu adotar uma recém-nascida, mas tiveram que devolver aos pais biológicos após 5 dias.
  • Hoje o casal tem três filhos: um biológico e dois adotivos.

Sarah Howell, de 31 anos, tinha dificuldades de engravidar e procurou uma agência de adoção com o marido Chris, de 32. Após três anos, conseguiram um recém-nascido, uma hora antes de levar o bebê para casa descobriram ter ocorrido o milagre dela estar grávida. A alegria do casal durou pouco, pois cinco dias depois os pais biológicos mudaram de ideia e queriam a filha de volta. Infelizmente, tiveram que devolvê-la.

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Sarah e Cris são pais de três filhos. (Foto: Reprodução/ The Sun/ SWNS)

“Ela nos fez pais, ajudou a curar uma parte de nossos corações que a infertilidade quebrou. Ela me fez mãe, mesmo que fosse apenas por alguns dias”, disse a mãe em entrevista ao The Sun. Ela ficou desolada com a partida da menina e achou que poderia sofrer um aborto espontâneo.

Após meses, Sarah deu à luz ao filho Noah Howell. Depois o casal adotou mais duas crianças, sendo pais de três filhos. Ela disse que não guarda magoa dos pais que levaram a filha de volta e agradece por poder ser mãe por apenas alguns dias.

A recém-nascida ficou apenas 5 dias com o casal. (Foto: Reprodução/ The Sun/ SWNS)

Por que Sarah tem dificuldade de engravidar?

Após 11 meses de casamento, descobriu que as dores menstruais que sofreu por toda a vida era por causa da endometriose. O casal queria uma família e para conseguir passou por vários procedimentos, como cirurgias, injeções, pílulas e testes de gravidez negativos.

“Meu marido era mais positivo e muitas vezes conseguia ver as coisas pelo lado bom, mas para mim foi um grande processo de luto”, disse a mãe que ficou com depressão. “O aconselhamento matrimonial durante essa época foi crucial e não acho que nosso casamento teria resistido àquela posição inferior em nossas vidas sem ajuda.”

Em 2017, um medico reprodutivo de Chicago, nos Estados Unidos, disse que ela tinha menos de 1% para engravidar e o casal procurou uma agência de adoção. No ano seguinte, em 31 de janeiro de 2018, ela testou positivo para gravidez pela primeira vez.

“Eu chorei. Chorei tanto que mal conseguia respirar. Foi realmente o choque da minha vida”, relembrou Sarah. “Lembro que me perguntei um milhão de vezes naquele dia ‘como isso é possível?'”

Quando estava grávida de oito semanas, os dois pegaram a filha adotiva no hospital, que tiveram de devolver cinco dias depois. Porém, tiveram a oportunidade de adotarem Levi, depois do nascimento do filho biológico e depois pegaram mais outro.

“Como mãe de três meninos com menos de três anos, sinto que estou sempre limpando a bagunça, bancando o juiz e trocando fraldas”, concluiu ela ao The Sun.