“Apoiando em tudo”: pai tatua sensor de glicose que filha com diabetes precisa usar

Maria Eduarda tem diabetes mellitus tipo 1 desde os 6 anos de idade e segue em tratamento. Como forma de demonstrar solidariedade, o pai surpreendeu a filha com uma tatuagem que “imita” o aparelho utilizado por ela

Resumo da Notícia

  • Pai faz tatuagem e surpreende filha com diabetes
  • A menina de 10 anos de idade precisa usar um sensor de glicose no tratamento para diabetes
  • Para apoiar Maria Eduarda, Bruno tatuou o sensor de glicose no braço

Bruno Mota Fernandes não teve dúvidas em mostrar na pele apoio à filha após o diagnóstico de diabetes. Por conta da doença, Maria Eduarda, que tem 10 anos de idade, precisa utilizar o sensor de glicose no braço.

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Pai decide tatuar sensor de glicose para surpreender filha em tratamento para diabetes
Pai decide tatuar sensor de glicose para surpreender filha em tratamento para diabetes (Foto: reprodução/Arquivo Pessoal/G1)

Diante dessa notícia, no último dia 30 de abril, o homem surpreendeu a filha ao aparecer com uma tatuagem que “imita” o aparelho, no mesmo local em que a filha usa. A mãe da menina, Paula Montenegro compartilhou esse momento nas redes sociais e a publicação rendeu muitas curtidas.

Bruno relembra que a filha se emocionou ao descobrir o que ele havia feito e completou em entrevista ao G1: “Algumas vezes ela se sentia excluída por usar aparelhos e por ser diabética. Tive a ideia de fazer a tatuagem para que ela se sentisse menos só e para ela sentir que eu estou apoiando ela em tudo”. E pela reação da menina, o objetivo foi mais do que alcançado.

Aos 6 anos de idade, Maria Eduarda foi diagnosticada com diabetes mellitus tipo 1. Por conta da alta quantidade de glicose no sangue, ela precisa manter um monitoramento para garantir a saúde. O tratamento segue desde então.

Bruno decidiu demonstrar apoio à filha com diabetes tatuando o sensor de glicose no braço
Bruno decidiu demonstrar apoio à filha com diabetes tatuando o sensor de glicose no braço (Foto: reprodução/Arquivo Pessoal/G1)

Mas em 2021, diante das quantidades de “furos” que a menina tinha que fazer diariamente no dedo para monitorar a quantidade de glicose, os pais optaram por implantar o sensor de glicose subcutâneo. A família demonstra muito apoio diante da situação, controlando também a alimentação de Maria Eduarda, mas sem impedir que ela viva.