Irmãos se reencontram durante internação em hospital após passarem 15 anos separados

José Valentim da Costa e Antônio Valentim da Costa, estavam internados no Hospital Geral de Taperoá. A equipe médica encontrou uma grande semelhança no sobrenome dos pacientes, sendo assim, decidiu investigar uma possível familiaridade

Resumo da Notícia

  • Os irmãos estavam há cerca de 15 anos sem se verem. O reencontro foi realizado no Hospital Geral de Taperoá
  • A equipe médica encontrou grande semelhança no sobrenome dos dois pacientes
  • Eles se viram na última quinta-feira, 21 de abril

Após muito tempo de espera, finalmente o reencontro estre os dois irmãos chegou! Os familiares não se encontravam há cerca de 15 anos, porém, eles se viram novamente durante uma internação no Hospital Geral de Taperoá, localizado em Cariri da Paraíba. Segundo reportagem do G1, os dois idosos estavam internados na unidade, quando os profissionais do hospital reconheceram a semelhança entre os sobrenomes. O encontro foi realizado na última quinta-feira, 21 de abril.

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José Valentim da Costa, homem de 86 anos, é morador de Taperoá e se internou no hospital após passar por uma cirurgia. O Antônio Valentim da Costa, de 76 anos, mora na cidade de Livramento – e foi ao hospital para realizar procedimentos clínicos.

Ao longo do período em que eles ficaram na enfermaria do Hospital Geral de Taperoá, os profissionais acharam semelhança nos sobrenomes dos dois pacientes. Desse modo, a equipe de Assistência Social do hospital optou por investigar a possível ligação familiar entre os dois. Ao descobrirem que os dois eram irmãos, o reencontro foi organizado pela equipe médica.

Irmãos se reencontram após 15 anos
A equipe médica notou grande semelhança entre o sobrenome dos dois (Foto: Reprodução / G1 / Arquivo pessoal)

De acordo com o G1, as filhas dos idosos disseram que eles não se viam há mais de 15 anos. O encontro aconteceu na última quinta-feira, 21 de abril. Ambos se viram em cima das macas do hospital, mas esse detalhe não fez com que o momento perdesse a conexão e emoção.

O Antônio Valentim precisou ir ao Hospital de Emergência para realizar outros procedimentos clínicos, mas disse que tem o desejo de conversar melhor com o irmão.

“Ações de humanização são construídas com muito respeito, empatia e amor, focando nas necessidades dos usuários, indo além dos meros aspectos patológicos. Esforço da equipe de assistência e seus familiares que ainda potencializaram a melhora e a recuperação deles”, finalizou a Débora Cristina Farias, diretora do hospital.