Relato de mãe: “Eu odeio o nome que escolhi para o meu filho, mas o pai do bebê não quer mudar”

O nome escolhido pelo casal é, por coincidência, o apelido do bisavô paterno.

Resumo da Notícia

  • Uma mãe odiou o nome que escolheu para o filho;
  • Ela escolheu o nome enquanto estava ainda sedada de analgésicos;
  • Após estar livre dos efeitos dos remédios, ela percebeu o quanto odiava o nome.

Uma mãe usou um fórum anônimo online para pedir ajuda aos usuários com a situação que vinha lhe dando dores de cabeça: ela escolheu o nome do filho enquanto estava sob o efeito de analgésicos, e mais tarde, lembrou do quanto odeia o nome escolhido.

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“Após meses brigando para escolher um nome que eu e meu parceiro concordássemos, acabei dizendo que o nome seria ‘Billie’. Depois de não estar sob o efeito dos analgésicos no hospital, o pai do bebê disse que ‘poderia viver com isso’ e, em seguida, contou a novidade para a sua mãe por mensagem. Uma hora depois, minha sogra me envia uma mensagem dizendo que adorou o nome ‘Billie’, pois era o apelido de seu pai”, explicou a mãe no Mumsnet.

No entanto, quando definitivamente ficou sozinha, algumas horas depois do parto, ela percebeu que odiava o nome escolhido. “Quando eu a trouxe para casa, meus dois outros filhos ficando dizendo o nome dela o dia todo e isso me deixou ainda mais angustiada”, desabafou.

Escolher nomes para bebês não é uma tarefa fácil, e para esta mãe, está sendo ainda mais difícil (Foto: iStock)

Outros pais correram para ajudá-la com conselhos sobre como lidar com a situação. Muitos disseram a ela para usá-lo como nome do meio ou para verificar se sua filha já estava registrada como ‘Billie’. Mas, um ponto que muitos concordaram foi que: “Ninguém deve usar um nome só para sogra!”.

“Nomear um bebê é um grande negócio, você pode mudar de ideia se não estiver feliz com isso”, lembrou um. “Ela é uma recém-nascida, ela ainda não tem ideia de qual é o nome dela, então não faz absolutamente nenhuma diferença para ela se for alterado”, disse outro.