Veruska Boechat desabafa sobre os 3 anos da morte do jornalista: “Pior dia do meu ano”

O jornalista faleceu há 3 anos em um acidente aéreo na Rodovia Anhanguera em São Paulo

Resumo da Notícia

  • Ricardo Boechat faleceu há 3 anos após acidente em acidente aéreo
  • Veruska Boechat fez uma homenagem ao jornalista
  • Ela lamentou sua morte

Veruska Boechat, viúva de Ricardo Boechat, usou as redes sociais nesta última sexta-feira, 11 de fevereiro, para lamentar o falecimento do jornalista. Hoje completa 3 anos do acidente aéreo. Ricardo estava em um helicóptero viajando para Campinas, SP, quando a aeronave caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo.

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“Três anos sem ele, mas com duas filhas nas quais vive o nosso amor. Uma vez compramos um apartamento pra morar, fui visitar com o arquiteto que ia me ajudar a reformar, o arquiteto me perguntou: ‘O que o Boechat achou?’. Respondi: ‘Ele ainda não veio aqui’. O arquiteto me olhou, chocado: ‘Vocês compraram um imóvel que só você visitou?’ Sim, ele confiava na minha decisão e no meu gosto de olhos fechados. Eu também confiava no discernimento dele de olhos fechados”, começou escrevendo na legenda do post.

Viúva de Ricardo Boechat faz homenagem para o marido
Viúva de Ricardo Boechat faz homenagem para o marido (Foto: Reprodução / Instagram / @doceveruska)

“Durante todo o tempo em que estivemos juntos, eu tive a certeza de que mesmo que algo que eu fizesse desse muito errado, ele estaria ali pra me apoiar. E eu sei que ele tinha a mesma certeza sobre mim, que, sim, eu primeiro daria bronca nele, mas depois resolveria ou o ajudaria a resolver qualquer besteira que ele tivesse feito — ele fazia várias”, continuou.

“Esse post é porque eu quero usar o pior dia do meu ano pra mandar uma mensagem positiva e dizer: case com alguém que te queira e a quem você queira de verdade, com alguém em quem você acredite e que acredite em você. Amor pra mim é isso. É uma honra ouvir as pessoas dizerem o quanto o admiravam, no meu coração sempre penso: ‘e elas nem sabem que depois de um dia de trabalho exaustivo, quando estávamos indo jantar fora, já o vi descer do carro no meio do caminho pra tirar do meio-fio com os braços uma pessoa em situação de rua que estava deitada onde ele achou que corria o risco de ser atropelada’. Essa é só uma história do ser humano que ele era. Tenho milhares delas”, concluiu.