Gravidez

Fique atenta: Diabetes gestacional pode causar parto prematuro

Saiba como desconfiar desta doença e como funciona o tratamento

A REDAÇÃO PAIS&FILHOS

Diabetes gestacional

Atenção com a saúde nunca é demais. E, na gravidez, o cuidado tem que ser redobrado. Só por estarem grávidas, as mulheres já ficam predispostas a terem mais complicações. Uma delas é o diabetes gestacional, mais comum após o segundo trimestre da gravidez. Porém, segundo Maurício Sobral, ginecologista e obstetra, pai de Luiza e Beatriz, a doença não costuma apresentar sintomas específicos, por isso pode ser confundida com os da própria gravidez, afinal inchaço e ganho de peso, por exemplo, são comuns.

Então, como desconfiar do problema?  Algumas mulheres são mais predispostas a terem a doença do que outras, especialmente se a gestação for tardia. “Primeiramente se o exame do açúcar no sangue tiver alterações, ou seja, maior que 95mg/dl em jejum. Depois, se a paciente tem histórico de diabetes na família ou na gravidez passada deve ficar muito atenta”, explica o Dr. Maurício.

 

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A gestante também deve suspeitar quando começa a engordar e apresentar inchaço nas extremidades acima do normal. A elevação da pressão sanguínea é um sinal indireto. Na ultrassonografia, seu médico pode notar sinais como o bebê aumentar muito de tamanho e peso e o líquido amniótico aumentar de volume.

Consequências

O diabetes gestacional causa o aumento dos níveis de glicose no sangue. Geralmente, o problema desaparece depois do nascimento da criança, mas, quando não tratada, pode trazer riscos à saúde do bebê, como parto prematuro, doenças cardíacas, desenvolvimento da síndrome da angústia respiratória (que é a dificuldade para respirar ao nascer), icterícia e obesidade na infância ou adolescência.  

Diagnóstico e tratamento