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Criança

Madrasta agride criança e mãe desabafa: “Os médicos disseram que ele não iria resistir”

O garoto teve traumatismo craniano

Izabel Gimenez

Izabel Gimenez ,filha de Laura e Décio

(Reprodução / Instagram)

Erica Hammel era casada, mas ele decidiu se separar por conta de uma outra mulher. O casal tem um filho juntos, Wyatt com quem dividem a guarda-compartilhada. O ex-marido de Erica começou a se relacionar com uma moça, Rachel Edwards e a mãe de Wyatt não ia muito com a cara dela, não era cíume, mas sentia que algo estava estranho.

“Havia algo assustador na Rachel, eu não conseguia ignorar esse sentimento, eu não queria ela perto do meu filho de jeito nenhum”, explicou Erica em entrevista ao site l Love What Matters. O único pedido que a mãe fez, foi deixar claro para o ex-marido que não queria que o filho ficasse sozinho com Rachel.

Porém, em uma das noites de guarda-compartilhada, Erica recebeu uma ligação. “Me disseram que o Wyatt tinha sido levado para o hospital porque sua respiração estava estranha. No caminho para o hospital, meu ex admitiu para mim que havia deixado nosso filho sozinho com a Rachel. Senti meu coração parar naquele momento”, relembrou.

Os médicos acharam que o menino poderia não sobreviver e explicaram que o garoto estava com a Síndrome do Bebê Sacudido, uma lesão cerebral causada por um balanço forte e agressivo feito por um adulto.  “Os médicos explicaram que por causa disso meu filho estava com hemorragia cerebral, traumatismo craniano, duas costelas quebras e hemorragia na retina. Os médicos disseram que não achavam que meu filho iria resistir. Eu não queria acreditar no que estava ouvindo”, disse Erica.

A polícia começou a investigar o caso e descobriu que Rachel já era acusada de duas outras agressões em crianças. Por sorte, Wyatt resistiu e apesar de ter algumas sequelas, ele está respondendo bem aos tratamentos. “Eu agradeço por ter o Wyatt ainda comigo, ele é um milagre. Mas meu filho ficou cego de um olho, precisou passar por uma série de cirurgias no cérebro e atualmente tem deficiência intelectual. Confesso que não consigo deixar de pensar: ‘como seria vida do meu filho se ele não tivesse sido agredido?”, concluiu Rachel aliviada.

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