Madrasta agride criança e mãe desabafa: “Os médicos disseram que ele não iria resistir”

O garoto teve traumatismo craniano

(Reprodução / Instagram)

Erica Hammel era casada, mas ele decidiu se separar por conta de uma outra mulher. O casal tem um filho juntos, Wyatt com quem dividem a guarda-compartilhada. O ex-marido de Erica começou a se relacionar com uma moça, Rachel Edwards e a mãe de Wyatt não ia muito com a cara dela, não era cíume, mas sentia que algo estava estranho.

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“Havia algo assustador na Rachel, eu não conseguia ignorar esse sentimento, eu não queria ela perto do meu filho de jeito nenhum”, explicou Erica em entrevista ao site l Love What Matters. O único pedido que a mãe fez, foi deixar claro para o ex-marido que não queria que o filho ficasse sozinho com Rachel.

Porém, em uma das noites de guarda-compartilhada, Erica recebeu uma ligação. “Me disseram que o Wyatt tinha sido levado para o hospital porque sua respiração estava estranha. No caminho para o hospital, meu ex admitiu para mim que havia deixado nosso filho sozinho com a Rachel. Senti meu coração parar naquele momento”, relembrou.

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Os médicos acharam que o menino poderia não sobreviver e explicaram que o garoto estava com a Síndrome do Bebê Sacudido, uma lesão cerebral causada por um balanço forte e agressivo feito por um adulto.  “Os médicos explicaram que por causa disso meu filho estava com hemorragia cerebral, traumatismo craniano, duas costelas quebras e hemorragia na retina. Os médicos disseram que não achavam que meu filho iria resistir. Eu não queria acreditar no que estava ouvindo”, disse Erica.

A polícia começou a investigar o caso e descobriu que Rachel já era acusada de duas outras agressões em crianças. Por sorte, Wyatt resistiu e apesar de ter algumas sequelas, ele está respondendo bem aos tratamentos. “Eu agradeço por ter o Wyatt ainda comigo, ele é um milagre. Mas meu filho ficou cego de um olho, precisou passar por uma série de cirurgias no cérebro e atualmente tem deficiência intelectual. Confesso que não consigo deixar de pensar: ‘como seria vida do meu filho se ele não tivesse sido agredido?”, concluiu Rachel aliviada.

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