Bebê morre na frente do irmão enquanto cortava o cabelo após ser atingido por bala

Mário Neto Ferreira Lourenço tinha apenas 1 ano e 6 meses e chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O caso aconteceu em Mesquita, na Baixada Fluminense

Resumo da Notícia

  • Um bebê de 1 ano e 6 meses perdeu a vida após ser atingido por uma bala
  • O caso em Mesquita, na Baixada Fluminense
  • Mário Neto Ferreira Lourenço estava cortando o cabelo com o irmão de 3 anos

Na última segunda-feira, 25 de outubro, uma criança morreu após ser atingida por uma bala enquanto cortava o cabelo em um salão. O caso aconteceu em Mesquita, na Baixada Fluminense. Mário Neto Ferreira Lourenço tinha apenas 1 ano e 6 meses e chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

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Após o ocorrido, o pai do bebê, Lucas Silva Lourenço, usou as redes sociais para lamentar a perda do filho. ““Hoje foi meu filho. Perdeu a vida cortando cabelo no salão, vítima da violência do Estado do Rio de Janeiro. Até quando vamos perder entes queridos? 1 ano e 6 meses, meu príncipe. Senhor, misericórdia. Muita dor na minha alma”.

Mario, de apenas 1 ano e 6 meses, foi atingido por uma bala enquanto cortava o cabelo
Mario, de apenas 1 ano e 6 meses, foi atingido por uma bala enquanto cortava o cabelo (Foto: iStock)

De acordo com Ivanildo Pinho, tio avô, Mario estava cortando o cabelo acompanhado da irmã mais velha, de 14 anos, e do irmão também criança, de apenas 3 anos, identificado apenas como T. para proteger sua identidade. O bebê foi atingido no abdômen, enquanto o outro menino teve o tornozelo atingido de raspão pelo projétil.

“Queria aproveitar e pedir ajuda para um acompanhamento psicológico para ele e a irmã. Ela está muito abalada, muito triste sem dormir e sem se alimentar. É uma dor muito grande. Ela presenciou tudo, ela que socorreu e segurou o Mário nos braços. Muita tristeza. A bala pegou na barriga e chegou a perfurar uma veia do coração. T. fala o tempo todo que mataram o irmão, que deram dois tiros. Ele não está comendo e nem dormindo. Só pedimos justiça para o crime não ficar impune”, lamentou Ivanildo Pinho em entrevista ao Extra.