Cachorro morre ao ser esquecido em carro de pet shop

A tutora mandou o cachorro para tomar banho, no entanto, o funcionário do local o esqueceu dentro do carro

Resumo da Notícia

  • Cachorro morreu ao ser esquecido em carro de pet shop
  • O próprio funcionário que percebeu que havia deixado o pet
  • A tutora lamenta pelo ocorrido nas redes sociais

Neste último sábado, 27 de novembro, um cachorro faleceu após ser esquecido em um carro de pet shop, no Mato Grosso. A pet frequentava o local há cerca de dois anos.

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No entanto, houve mudança do proprietário do local. “Ele era de uma moça de extrema confiança e credibilidade. Nunca tive nada a reclamar. Mas nesse sábado, eu estava em casa sozinha e, quando ele veio buscar o Paçoca de manhã, eu pedi pra trazê-lo por volta de 11h, 11h30, mas daí quando deu meio-dia e ele não chegou pedi para o meu esposo ligar lá, mas ele tentava e ninguém atendia”, contou Maikelly, tutora do pet.

Cachorro é esquecido dentro do carro de pet shop
Cachorro é esquecido dentro do carro de pet shop (Foto: Reprodução / Instagram / @maikellygrando)

Ela também afirmou que o funcionário admitiu ter esquecido o cachorro dentro do carro. “Eu fiquei tão mal que o meu marido teve que me socorrer. O nosso cachorro saiu bem do pet shop e agora não vai voltar nunca mais”, lamentou.

Diante da situação, ela também usou as redes sociais para desabafar sobre o ocorrido: “Fazíamos o que estava em nosso alcance para ele ter tudo de melhor que podíamos dar, e ele amava ir tomar o seu banho. Sempre ficava esperando porque acreditem ele sabia que sábado era dia de ir tomar banho e passear. Ah se eu pudesse imagina que isso se tornaria o meu maior pesadelo eu não teria mandado ele, meu paçoca de tão bonzinho que era foi esquecido dentro do carro do pet shop e não resistiu”, disse.

“Ela estava esperando filhotes então eles (casal de amigos) a resgataram, porém, não tinham como ficar com ela. Daí vocês me perguntam eu poderia? Jamais. Na época morava com meus pais e eles já estavam cansados das minha loucuras por cachorro, então conversei na época com minha cúmplice de sempre, a minha vó, e ela aceitou levá-la para casa dela e assim passamos a cuidar dela”, contou.

“Ele nunca nos deu trabalho (na quitinete). Passou por tudo isso conosco e então fomos para nossa casa própria. Chegando lá, não tínhamos muro muito menos dinheiro para comprar uma casinha então foi improviso”, continuou ela.