Família se recusa a viajar separada da babá e é expulsa de vôo

Profissionais da tripulação se recusaram a deixar a cuidadora das crianças se juntar à família na classe executiva

Resumo da Notícia

  • Família se recusa a viajar separada da babá e é expulsa de voo;
  • Profissionais da tripulação não permitiram que a cuidadora da família estivesse na classe executiva;
  • A família e a babá ficaram presas no aeroporto até encontrarem outro vôo.

Charles Banner e sua família foram expulsos de vôo da British Airways, que saia de Londres, na última quinta-feira, 10, após discutirem com a tripulação da cabine sobre a permanência da babá das crianças junto à eles na classe executiva.

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Banner deixou o avião acompanhado por seus dois filhos, de 1 e 4 anos, sua esposa, Tetyana Nesterchuk, e sua babá, escoltados pela polícia do aeroporto. A família permaneceu em Londres até ser escalada para outro vôo no aeroporto de Heathrow.

A confusão começou após Banner ser informado de que o vôo da família havia overbooking, ou seja, quando o nº de passagens vendidas é maior que o nº de assentos disponíveis na aeronave, e a babá das crianças havia sido recolocada na classe econômica. No entanto, o advogado comprou todas as passagens para a classe executiva.

A companhia aérea não avisou à família que não havia assentos o suficiente para todos, incluindo a cuidadora
A companhia aérea não avisou à família que não havia assentos o suficiente para todos, incluindo a cuidadora (Foto: Getty Images)

Tentando resolver a situação, o pai das crianças contou ao MailOnline que a equipe da British Airways foi rude aos responderem se a babá poderia acompanhá-los na classe executiva, porque ele e a mãe das crianças queriam trabalhar durante o voo de duas horas.

O debate se acirrou quando o avião começou a sair da base, levando o piloto a dar meia-volta e insistir que só voaria até que Banner e sua família fossem removidos. O voo atrasou 90 minutos.

“Se a BA tivesse me dito que a babá não poderia se sentar conosco antes, não teríamos viajado e poderíamos ter comprado um voo mais tarde. Eu me comportei perfeitamente, mas estava desafiando a tripulação de cabine porque era a coisa certa a fazer. A mesquinhez e vingança da equipe causou isso. Eu estava sendo muito educado sobre a coisa toda”, conta o bacharel em direito.