Fernanda Lima lamenta dois anos da morte do pai: “Ainda não me acostumei com essa falta”

A atriz compartilhou um vídeo para desabafar sobre a saudades que sente do pai

Resumo da Notícia

  • Fernanda Lima lamentou os dois anos da morte de seu pai
  • A atriz compartilhou um vídeo dela com o progenitor
  • Ele faleceu vítima de Covid-19, em 2020

Nesta segunda-feira, 18 de julho, Fernanda Lima lamentou os dois anos da morte de seu pai. A atriz compartilhou um vídeo dela com o progenitor e escreveu um texto mostrando a saudade dele, que faleceu vítima de Covid-19, em 2020.

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Na legenda, Fernanda conta que a gravação foi feita após um ótimo dia aproveitado com o pai, quando ela ainda estava grávida de sua filha caçula, Maria Manoela. “2 anos sem pai. Achei esse vídeo de quando eu estava grávida de Maria e ele foi pra São Paulo me ver. Nessa noite voltamos pra casa às 3 da manhã depois de irmos no CEAGESP comprar plantas. Enquanto eu andava pelos corredores, ele ia sentando ao lado dos trabalhadores e perguntando a história de um e de outro. De repente gritava meu nome daquele jeitinho discreto dele. Era pra me apresentar mais um novo conhecido”, lembrou ela.

Apesar dos dois anos da morte do pai, Cleomar Lima, a mãe de Francisco, João e Maria mostrou que não se acostumou com a ausência do progenitor. “Ainda não me acostumei com essa falta. Com a falta do sorriso. Das ligações diárias… com a falta do carinho eterno. Eu podia fazer as piores coisas. Sempre acolhida. Aprendi no amor, no olhar, com diálogo, compreensão… sempre, desde sempre”, escreveu ela.

Fernanda ainda ressaltou algumas das coisas que o pai ‘perdeu’ durante esse dois anos de sua morte: “Nesses dois anos ele deixou de interagir com situações que vibraria muito. Não conheceu o oitavo neto. Não ia se aguentar vendo os netos jogando basquete, inclusive a Betina. Ia rir muito quando visse a Maria apontando minha foto com a Monja Coen e falando “vovô Cléo” (pela semelhança da cabeça pelada)”, imaginou a atriz.

A esposa de Rodrigo Hilbert afirmou que, apesar de sentir muita falta de seu pai, a vida continua. “Por aqui sigo vendo poesia em quase tudo. A infância é um chão que a gente sempre pisa (alguém disse, quem foi mesmo?)
Apesar de tudo, a vida segue bem. 2 anos sem meu véio amado”, acrescentou ela.