Mãe de jovens que foram envenenados conta que madrasta ofereceu comida e a consolou após morte

Jane Carvalho, mãe de Fernanda e Bruno que foram envenenados pela madrasta, mostrou print de conversas que teve com Cíntia, onde a mulher oferecia comida para ela a consolava após a morte da filha

Resumo da Notícia

  • Cíntia Mariano é acusada de envenenar os dois enteados, Bruno e Fernanda
  • A jovem de 22 anos infelizmente não sobreviveu e morreu de intoxicação em março deste ano
  • A mãe dos jovens se manifestou mostrando os prints da conversa que teve com a madrasta, onde a mulher oferecia comida a ela, e a consolava após a morte de Fernanda

Cíntia Mariano é acusada de envenenar os dois enteados, Bruno e Fernanda, a jovem de 22 anos infelizmente não sobreviveu e morreu de intoxicação em março deste ano. O jovem de 16 anos, contou sua versão dos fatos, e a mãe dele também se manifestou mostrando os prints da conversa que teve com a madrasta, onde a mulher oferecia comida a ela, e a consolava após a morte de Fernanda.

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Logo após a morte de Fernanda Cabral, além de orações em uma rede social, a madrasta também ajudou a consolar a mãe da jovem oferecendo um local com companhia para ela dormir e comida. Pelo menos é o que mostra uma conversa obtida pela TV Globo e que colocaria Cíntia acima de qualquer suspeita.

A madrasta consolou e ofereceu comida a mãe dos jovens, após a morte de Fernanda
A madrasta consolou e ofereceu comida a mãe dos jovens, após a morte de Fernanda (Foto: Reprodução/G1)

“Se quiser, pode vir pra cá, tá?”, dizia Cíntia em uma troca de mensagens pelo Whatsapp. “Tá bom, meu amor. Qualquer coisa, também estou aqui”, respondeu Jane Carvalho, mãe de Fernanda, no dia 1º de abril – cinco dias após a morte da filha. “Tem carne assada com salada de agrião. Levo aí para você”, disse Cíntia. “Não, obrigada. Quase não estou comendo”, respondeu Jane. “Tem feijão fresquinho. Tem que comer, Jane”, falou Cíntia.

A conversa seria comum e prosaica se não fosse Bruno Carvalho, o outro filho de Jane, passar mal dois meses após a morte da irmã, com os mesmos sintomas que ela e após um almoço com um feijão amargo na casa da madrasta. A coincidência levantou suspeitas, gerou registro de ocorrência e investigação na 33ª DP, em Realengo. Cíntia Mariano foi presa, teve sua prisão temporária de 30 dias confirmada pela Justiça e espera as investigações sobre o caso se desenvolverem.