Mãe fica emocionada com crianças acolhendo filho autista durante jogo

Fabrício, de 11 anos, foi diagnosticada com autismo aos três anos de idade

Resumo da Notícia

  • A mãe de um menino autista de 11 anos ficou comovida com a atitude de algumas criança
  • Elas acolheram o filho dela durante um jogo de futebol
  • Ela gravou a cena do filho junto com as outras crianças
 

A mãe de um menino autista de 11 anos ficou comovida com a atitude de algumas crianças, que acolheram o filho dela durante um jogo de futebol. Além de chamarem o menino para jogar, eles também auxiliaram para que ele fizesse um gol.

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Mariana Caminha, de 42 anos, relatou o momento emocionada no Instagram. Ela gravou a cena do filho junto com as outras crianças. Eles estavam em um churrasco dentro de um condomínio no qual mora um casal de amigos, quando o filho viu as crianças jogarem e ficou interessado. A mãe do garoto chamou uma das crianças, explicando que o filho é autista e precisaria de ajuda para se divertir. “Antes de levá-lo para lá, chamei um dos garotos, o maior deles (de camisa cinza), e disse assim: Oi, tudo bem? Olha só, aquele garotinho ali quer jogar com vocês. Ele é autista, não entende muito bem as regras. Se puder dar uma mãozinha pra ele, seria top!”, relatou Mariana.

Assim que Fabrício entrou na quadra ele foi bem recebido e acolhido pelos garotos, que o auxiliarem a fazer um gol. “Saí de cena, e o resultado que vi foi esse aí do vídeo: um lindo momento de acolhimento e inclusão. Uma corrente linda que começou com esse menino chamado Alexandre (depois descobri o nome dele) e que passou de criança a criança de uma forma tão natural e genuína que fique”, contou a mãe do menino. A criança foi diagnosticada com autismo aos três anos de idade, isso torna algumas práticas comuns não tão simples para ele: “Parece uma coisa muito simples para a gente, mas jogar uma partida de futebol com amigos exige habilidades sofisticadas: estar atento aos movimentos, saber para quem vai passar, chutar para o gol. Eles [autistas] podem aprender? Podem. Mas não é algo tão orgânico como para as outras crianças”, disse Mariana.

No post, a mãe do garoto de 11 anos falou sobre a capacidade das crianças em abraçar as diferenças. “Subestimamos demais as nossas crianças. Elas entendem muito mais que imaginamos. Realmente acredito que nossos filhos serão adultos melhores e mais abertos ao diferente. Isso porque estão expostos à convivência e à informação”, destacou ela, que ainda agradeceu as mães das crianças. “Fabrício é um menino de muita sorte. Que todos os autistas possam viver a alegria da inclusão”, completou ela.

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