Pai é obrigado a pagar pensão alimentícia após descobrir que filha não é dele

O homem já pagou cerca de R$ 255 mil reais em pensão alimentícia para a filha e agora tenta recorrer para que o caso seja revisto pela justiça

Resumo da Notícia

  • O 'pai' já pagou cerca de R$ 255 mil reais em pensão alimentícia para a filha
  • O homem ficou arrasado quando a ex contou a verdade após 14 anos
  • Agora, ele recorre na justiça para não pagar mais a pensão para a menina

Um pai que já pagou £ 38.000 libras (cerca de R$ 255 mil reais) em pensão alimentícia foi obrigado a continuar pagando, mesmo depois de descobrir que a ‘filha’ não era realmente dele. O homem, que não foi identificado para proteger a privacidade da menina, ficou arrasado quando a ex contou a verdade após 14 anos.

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Pai descobre que filha não é dele 14 anos depois mas é obrigado a pagar mais pensão alimentícia (Foto: Freepik)

Após a confissão da mãe em outubro de 2019, o Serviço de Manutenção de Crianças (CMS), responsável por cuidar da pensão alimentícia na Inglaterra, concordou em encerrar o caso para que o pai continue pagando futuramente. Mas ao perceberem um atraso de meses no pagamento, eles decidiram aplicar um multa, na qual ele deverá pagar para a criança nos próximos meses, apesar de ‘reconhecer que ele não é o pai da criança’.

O pai, que cuida em tempo integral de dois filhos deficientes, disse que o CMS deveria estar “envergonhado” de como eles lidaram com o caso. “Como alguém que atualmente paga pela pensão de uma criança que o CMS confirmou que não é minha. No final do ano passado minha ex me disse que minha filha não era minha, o que, considerando que ela já tinha 14 anos na época, foi um choque”, disse ao The Sun.

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O homem conta que quando descobriu, não pagou mais a pensão, por isso teve atrasos que gerou a multa. “Eu estava obviamente arrasado… Eu literalmente dei à minha ex dezenas de milhares nos últimos 14 anos… Embora eu esteja mais chateado porque eu amava minha ‘filha’ de todo o meu coração e fiz o meu melhor por ela”, conta.

Apesar de o pai questionar os pagamentos, ele diz que o CMS manteve-se firme com a decisão. O homem, que não consta da certidão de nascimento da menina, disse que ficou “chocado” com a decisão. “Como posso ficar devendo dinheiro se não sou o pai?”, acrescentou.

Ele chegou a pedir para o Departamento de Trabalho de Pensões “revisar urgentemente” o caso, mas o CMS disse que o homem ainda era responsável pelo pagamento das dívidas. Na época, ele chegou a ser informado de que precisava de um teste de DNA para provar que não era o pai da garota. Ele concordou, mas a mãe da menina não respondeu ao pedido.