Sobrinha de Dercy Gonçalves admite que tia deixou “frase secreta” para se comunicar após a morte

Lucy Freitas lançará em 2022 o livro de histórias sobre a tia, com um copilado de todas as conversas e situações contadas por Dercy até a sua morte, aos 101 anos de idade

Resumo da Notícia

  • A sobrinha de Dercy Gonçalves admitiu que a tia deixou uma "frase secreta" para se comunicar após a morte
  • Lucy Gonçalves lançará, em 2022, um livro sobre a vida e as histórias da atriz
  • Dercy Gonçalves faleceu aos 101 anos de idade

A sobrinha de Dercy Gonçalves, Lucy Gonçalves, contou ao portal Quem que a tia deixou uma frase “secreta” para que os familiares soubessem quando ela estivesse se comunicando após a morte. Lucy ainda falou sobre o projeto de lançar um livro com as melhores histórias da atriz para 2022.

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Sobre o copilado de relatos, Lucy conta que foi muito cobrada para o lançamento de uma obra sobre Dercy. “Ela tinha 101 anos e eu não esperava que ela morresse tão cedo. Ela tinha uma saúde de ferro e nunca precisou de tomar remédio para nada, nem para pressão. Não sou escritora, mas sou atriz, dramaturga, escrevo peças e roteiros. E as pessoas começaram a me cobrar, porque convivi muito com minha tia e tenho muitas histórias curiosas ao lado dela”.

Lucy se inspirou muito em Dercy
Lucy se inspirou muito em Dercy (Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal/ Quem)

Dentre todas as histórias, uma das mais curiosas é, justamente, a respeito da tal frase secreta deixada pela atriz. “Minha tia já foi de tudo. Ela foi católica, macumbeira, mística, ateia. Um pouco antes de morrer, ela chegou para mim e disse: ‘Eu quero combinar uma coisa com você, depois que eu morrer, não quero saber de ninguém me recebendo falando que mandei carta. Vou combinar uma frase que só eu você sabemos, se eu me comunicar, vou falar”.

Lucy conta que várias pessoas já tentaram adivinhas as palavras, mas sem sucesso. “Já tem tantas cartas e coisas atribuídas a Dercy Gonçalves desde então, mas ninguém acertou a frase. Mas não critico, nem julgo a crença de ninguém”.

Por fim, ainda completa, “Ela era meu ídolo. Aos 3 anos, estava na coxia e ela em cena, fazendo a Dança das Camélias. E ela deu uma piscada para mim e lembro nitidamente e eu pensei: ‘É isso aí que eu quero ser’. Era uma imagem linda dela dançando como uma fada”. Demais!