Pais

3 motivos para você acreditar que é o máximo como mãe

Você pode (e deve) praticar o exercício de reafirmar a sua importância para a família todos os dias

Jéssica Anjos

Jéssica Anjos ,filha de Adriana e Marcelo

(Foto: iStock)

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Sim, a gente já sabe disso, porém SEMPRE vamos bater nessa tecla e, dessa vez, radical. Você pode (e deve) praticar o exercício de reafirmar a sua importância para a família, não só no Dia das Mães, mas todos os dias. Vamos gritar juntos para o mundo que você é a melhor.

Mãe é o máximo por definição. De acordo com o dicionário, máximo é quem atinge sua maior quantidade. Pensando sobre isso, a gente pode concluir que ser mãe é assumir diferentes facetas. Você é educadora, costureira, conselheira, juíza e até mesmo chef de cozinha. Desenvolver diversas habilidades em prol do seu filho é sua especialidade, coisas que você não fazia ideia de que era capaz de fazer antes de se tornar mãe.

Mãe tem um ônus e bônus diferente do pai”, diz Vera Iaconelli, psicóloga e mãe de Gabriela e Mariana. Por ônus, queremos dizer que a sobrecarga que você tem sobre os ombros é diferente da do pai.
Embora a gente lute por direitos iguais, e o pai e a mãe tenham igual importância na responsabilidade de criar um filho, sobre a mulher cai um peso maior.

Não dá para negar. Uma pesquisa da empresa americana Welch’s com mais de 2 mil mães dos Estados Unidos com filhos entre 5 e 12 anos concluiu que o expediente delas era em média de 98 horas por semana, ou seja, o dobro da carga horária de um ambiente de trabalho normal. Segundo os pesquisadores, o horário de “trabalho” começa às 6h20 e acaba lá pelas 20h30, mais de 14 horas por dia. Se identificou

Mas também existe o bônus: sua experiência com a maternidade começa com um ser se desenvolvendo dentro do seu corpo. Essa oportunidade é dada somente às mães. E, mesmo que não haja laços sanguíneos, a pressão e a afetividade entre mãe e filho podem se desenvolver da mesma maneira que em famílias biológicas. “Por mais que os pais assumam suas funções exercendo de fato a paternidade com toda sua glória e responsabilidades, a mulher ainda é a parte da família que vive uma experiência corporal única”, explica Vera.

Mas que fique claro que a diferença entre o pai e a mãe não tem nada a ver com a importância de cada um deles. “Isso não existe”, explica a psicóloga. O que cada um tem é uma maneira diferente de viver essa experiência e os dois juntos, com pensamentos diferentes, porém assumindo as mesmas responsabilidades, têm a possibilidade de criar um ser humano em parceria.

Mãe sempre está ligada
Parece que mãe tem sexto sentido. Além de se desdobrar em mil habilidades e personagens diferentes, ela sabe o que está acontecendo. A percepção e capacidade de prestar atenção aos mínimos detalhes é o máximo. Mesmo quando há milhares de crianças na casa (naquela festa do pijama que seu filho tanto queria), você consegue identificar quando ele cai, se machuca e precisa de ajuda a “quilômetros” de distância.
Um texto do ator Gregório Duvivier, pai de Marieta, para sua coluna no jornal Folha de S.Paulo fez sucesso nas redes sociais por explicar o máximo de ser mãe de uma maneira bem ilustrativa.

Ele diz que “a mulher, sozinha, sem qualquer ajuda, faz um corpo inteiro: trilhões de células, diz o Google. E tudo isso, pasme, prestando atenção em outra coisa”. É claro que Gregório não deixa de dar importância para o homem: “No nosso caso, a coadjuvância envolve coisa p