Adolescente tem cabelo sugado por ralo de piscina e fica mais de 2 minutos debaixo d’água

O caso aconteceu no município de Água Branca, no Piauí, onde o cabelo da jovem de 13 anos precisou ser cortado com uma faca

Resumo da Notícia

  • Uma adolescente ficou com o cabelo preso no ralo da piscina da família e passou mais de dois minutos presa debaixo d'água
  • A adolescente possui 13 anos de idade
  • O caso aconteceu na cidade de Água Branca, no Piauí

Uma adolescente teve o cabelo sugado pelo ralo da piscina da família – e ficou mais de 2 minutos debaixo d’água. Maria Rita Pimentel da Cunha, de 13 anos de idade, contou ao Fantástico que apoiou as pernas na beira da piscina e a cabeça embaixo d’água, quando percebeu que estava ficando rapidamente sem ar.

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“Eu estava brincando. Fui arrumar o cabelo, e eu coloquei as pernas em cima da borda e deitei”, narrou. “Quando eu virei para dentro foi para subir, que eu já estava ficando sem ar. Eu senti que tinha alguma coisa puxando”.

A menina enroscou o cabelo em ralo de piscina
A menina enroscou o cabelo em ralo de piscina (Foto: Getty Images)

O ralo de sucção foi o responsável pelo quase afogamento de Maria Rita. Isso porque ele fica submerso nos cantos da piscina de fibra, e possui aproximadamente um metro e meio de profundidade. A adolescente ficou exatamente dois minutos e quinze segundos submersa.

O pai de Maria, Diego, foi o responsável por mergulhar e cortar o cabelo da filha com uma faca. “Naquele momento, não importava se o cabelo dela era bonito, se o cabelo dela era grande. (…) Só queria tirar ela de lá. Foi por isso que eu cortei bem onde eu imaginei que soltaria”, contou ele, também ao Fantástico.

Sempre alerta!

A Associação dos Fabricantes de Piscina contaram que é possível prevenir este tipo de acidente. De acordo com eles, a solução é comprar o chamado ralo antiaprisionamento, que liga o sistema de bombeamento somente quando não houver ninguém na piscina.

O afogamento se caracteriza pela falta de oxigênio no sangue (hipoxemia), que afeta todos os órgãos e tecidos”, explica a pediatra. Para determinar a gravidade do problema, é importante saber em média o tempo de submersão. Infelizmente, por ser um acidente silencioso, o afogamento pode ser letal.

Em caso de afogamento, tente reverter a baixa oxigenação do sangue, restabelecer a estabilidade cardiovascular e prevenir a perda de calor. Para isso, coloque a criança em posição lateral direita com a cabeça mais baixa que o tronco, evitando assim a aspiração de vômitos caso aconteça. Se os pais perceberam que ela não está respirando, é necessário iniciar manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) até que o serviço de emergência chegue. Confira um vídeo com as instruções clicando AQUI.