Caso Henry Borel: Monique Medeiros é transferida para presídio em Benfica

O desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, atuante na 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, determinou que a Monique retornasse à cadeia

Resumo da Notícia

  • Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel foi transferida para um presídio em Benfica
  • O desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, atuante na 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, determinou que a Monique retornasse à cadeia
  • Ela foi transferida durante a manhã desta quarta-feira, 29 de junho

Conforme apuração jornalística do G1, a Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi transferida durante a manhã desta quarta-feira, 29 de junho, ao Presídio de Benfica – segundo decisão judicial. A mulher deixou a 16ª DP, localizada na Barra da Tijuca, por volta das 10h05, e entrou em um veículo da Polícia Civil. A mesma fez um exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal e chegou às 11h em Benfica.

-Publicidade-

Durante a última terça-feira, 28 de junho, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, atuante na 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, determinou que a Monique retornasse à cadeia. A profissional de educação cumpriu a decisão e se apresentou na Delegacia da Barra momentos seguintes.

Monique Medeiros volta à prisão por pedido da Justiça
Monique Medeiros volta à prisão por pedido da Justiça (Foto: Reprodução / G1)

O Joaquim acatou um recurso do Ministério Público (MP) contra uma decisão da 2ª Vara Criminal do Rio do início de abril, a qual permitiu que a mãe de Henry Borel fosse solta, usando apenas uma tornozeleira eletrônica.

Decisão da Justiça

Nesta terça-feira, 28 de junho, a Justiça determinou que Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, volte para a cadeia. Conforme apuração jornalística do G1, desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, foi o responsável pela volta da mulher à prisão.

Monique estava solta, apenas usando tornozeleira eletrônica, por causa de uma decisão feita em abril pela 2ª Vara Criminal do Rio. O desembargador decidiu acatar um recurso do Ministério Público e ir contra essa decisão, e, por isso, ela será encaminhada ao Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar do Rio. A mãe da criança e o padrasto, o ex-vereador Jairinho, são reús pela morte de Henry, e, segundo a polícia, o ex-vereador torturou o menino com a mãe sabendo.

O pai de Henry, Leniel Borel, comemorou a volta da ex-mulher à prisão: “O sentimento é de justiça sendo feita. Respeitamos a decisão [anterior, que concedeu a prisão domiciliar], mas não concordamos. Graças a Deus temos o Ministério Público, o promotor Fábio Vieira. A decisão foi por unanimidade e não tinha nada de novo”. Leia aqui a matéria na íntegra.