Filho constrói banco para que a mãe possa esperar por ônibus sentada

Dona Maria Rita Feitosa precisa pegar o transporte público para fazer tratamento de hemodiálise em Itu

Resumo da Notícia

  • Luiz Antonio Feitosa constrói muitas coisas para ajudar as pessoas onde mora, em Sorocaba, interior de São Paulo.
  • O porteiro construiu um banco de madeira para a mãe não esperar mais o ônibus de pé.
  • Dona Maria Rita Feitosa precisa fazer tratamento de hemodiálise em Itu, interior de São Paulo.

Luiz Antonio Feitosa gosta de construir diversas coisas para ajudar as pessoas do bairro que mora, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Entre elas a mãe, Maria Rita Feitosa, que ficava esperando de pé o ônibus chegar para ir ao posto de saúde. Ele cansou de ver aquela cena e teve uma ideia: criar um banco simples de madeira para ajudá-la, o que de presente também tem a companhia dele para esperar o transporte público com ela.

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Luiz ajuda muitas pessoas onde mora por meio de construções. (Foto: Reprodução/ G1/ Arquivo Pessoal)

Dona Maria Rita Feitosa tem insuficiência renal e precisa fazer o tratamento de hemodiálise, precisando andar cerca de 100 metros de casa, na Rua Walter Caldini, ao ponto de ônibus até as sessões, em Itu, interior de São Paulo.

O filho vendo aquela rotina, resolveu deixa-la mais confortável e pegou alguns pedaços de madeira em casa para construir o banco: “É simples, mas foi feito de coração. Eu só não fiz maior porque faltou material. Foi feito do jeito mais simples possível”, disse ele ao G1.

Sempre que minha mãe vai pegar ônibus, eu a acompanho com o banquinho. Assim que ela embarca, levo de volta para casa. Ele não fica fixo no ponto de ônibus, porque tenho medo de levarem embora”, contou o filho. “É minha mãe, eu faço tudo por ela.”

O jovem porteiro contou ao G1, que construiu uma roçadeira com um liquidificador para aparar o mato alto e máquina roçadeira com um cabo de vassoura na Praça Guerino Pietrobom, no Jardim Zulmira, em dezembro de 2020. Além de procurar madeira para ajudar na limpeza no lugar que mora.

O filho constrói estava cansado de ver a mãe esperar em pé (Foto: Reprodução/ G1/ Arquivo Pessoal)