Irmãs se reencontram depois de 55 anos separadas e descobrem que moravam no mesmo bairro

As duas conseguiram se ver novamente graças a um site que oferece testes de ancestralidade

Resumo da Notícia

  • Irmãs se reencontram depois de 55 anos separadas e descobrem que moravam no mesmo bairro
  • As duas conseguiram se ver novamente graças a um site que oferece testes de ancestralidade
  • Elas estavam a procura uma da outra há um tempo
  • Hoje, elas buscam pelos pais biológicos

Silvana Pinho de Souza, de 55 anos, encontrou a irmã Ivone Aparecida Conti Souza, de 59 anos, por meio de um site que oferece testes de ancestralidade, chamado Genera. As irmãs estavam separadas há 55 anos, desde que Silvana nasceu. Isso aconteceu porque a mãe das duas não tinha condições de criar mais uma filha e acabou a colocando para adoção.

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Irmãs se reencontram depois de 55 anos (Foto: Getty Images)

O que elas não sabiam era que, durante todos esses anos, elas estavam mais próximas que imaginavam! As duas cresceram no mesmo bairro, em Pirituba, na Zona Oeste de São Paulo e tinham muitos amigos em comum, mas nunca se encontraram.

As irmãs sempre souberam da existência uma da outra, mas nunca conseguiram se falar, apesar do imenso desejo que ambas tinham. Uma amiga de Silvana, sabendo dessa vontade, decidiu presenteá-la com um um kit do teste de ancestralidade. Após fazer os exames e cadastrá-los em uma plataforma, Silvana encontrou um primo materno de segundo grau. Ele foi a ponte para que as duas se reencontrassem.

Irmãs se reencontram depois de 55 anos separadas e descobrem que moravam no mesmo bairro (Foto: reprodução / Só Notícia Boa / arquivo pessoal)

As irmãs, então, fizeram um teste de DNA para terem a certeza que de fato conseguiram o que tanto sonhavam e o resultado, como apontado pelo site Só Notícia Boa, foi positivo. Agora, as duas sonham e reunir a família toda e estão à procura dos pais biológicos.  As irmãs são filhas da mesma mulher, mas os pais são diferentes. A mãe delas infelizmente já faleceu. O pai da Silvana era pernambucano e trabalhava em um bar da Lapa, em São Paulo. Já o pai da Ivone era do Sul, caminhoneiro e se chama Armando. As duas hoje enfrentam uma nova missão, mas juntas: conseguir entrar em contato com os pais.