Mãe de Fiuk relembra como conheceu Fábio Junior durante programa de Luciano Huck

Cristina e Fiuk participaram do quadro “Vou de Taxi” do programa Caldeirão do Huck. Durante o bate-papo, Fiuk relembrou que o apoio da mãe para participar do BBB foi extremamente importante e ela lembrou do dia em que conheceu o pai dele, o cantor Fábio Junior

Resumo da Notícia

  • Fiuk e a mãe participaram do quadro "Vou de Taxi", do Caldeirão do Huck
  • Ela remebrou como conheceu Fábio Junior, pai de Fiuk
  • Fiuk também falou sobre o TDAH - entenda mais sobre o problema

Neste sábado, 19 de junho, o apresentador Luciano Huck entrevistou o ex-participante do Big Brother Brasil 2021, Fiuk. Junto dele, também estava no programa  a mãe do cantor, Cristina Karthalian. Os dois participaram do quadro “Vou de Taxi” e eles relembraram detalhes da edição do reality show e da vida pessoal de Cristina e Fábio Junior.

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“Eu conheci o Fábio Junior em uma danceteria do Morumbi chamada Dancing. Eu estava subindo a escada e o Fábio descendo. Nós encontramos na escada, ele olhou pra mim, eu pra ele. Ele me perguntou meu nome e meu signo. Aí ele me perguntou se eu iria no dia seguinte pra lá. Eu pensei ‘imagina que ele vai lembrar de mim amanhã’ e nem fui. Quando eu voltei do toalete ele olhou pra mim e chamou pra sentar com ele, aí começou”, revelou.

Quando o assunto foi a participação do filho no Big Brother Brasil 2021, já se sabe que Cristina foi a maior apoiadora de Fiuk. Quando ele estava dentro da casa, a mãe montou toda a sua rotina para acompanhar o filho por meio das câmeras e só ia dormir depois que ele já havia pegado no sono. “Eu fiquei ligada 24h no bbb. Na TV, no celular, o tempo inteiro acompanhando. Hora que ele dormia, eu dormia. Alguns momentos me fez bem, outros mal. No começo fiquei muito preocupada”, contou.

Já Fiuk confessou que, se não fosse pelo apoio da mãe, ele não teria participado do reality show. “Eu não queria entrar por certos defeitos meus, mas minha mãe queria que eu entrasse justamente por esses defeitos”, contou.

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Mãe do Fiuk abre o jogo sobre dificuldades da família (Foto: reprodução / Instagram @fiuk)

Fiuk conta que tem TDAH

Durante o programa do Luciano Huck, Fiuk voltou a falar sobre o TDAH. “Mistura muita coisa. Depressão, ansiedade, já tive crises de pânico. É forte, eu tinha medo de expor. Eu comecei a perceber isso na minha própria vida, quando não me adaptava nas escolas, não entendia certa coisas simples, outras complicadas. Eu me sentia burro mas não queria me encarar assim, então fingia que não tinha nada”

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o transtorno se manifesta por volta dos 6 anos e, de acordo com a Anvisa, é um dos problemas neurológicos de comportamento mais comuns da infância, atingindo de 8% a 12% de crianças no mundo inteiro. “Não é um diagnóstico simples, não basta uma única observação ou avaliação geral. É necessária a avaliação neuropsicológica bem fundamentada, observando todas as esferas da vida da criança”, explica André Wolter, psiquiatra, pai de Catarina e Estela.

Principalmente quando o transtorno é relacionado ao desenvolvimento escolar, muitas vezes é visto como frescura. Muitas pessoas chegam a acreditar que o processo é uma falta de imposição de limite dos pais ou até mesmo de negligência. “Os pacientes que têm o transtorno sofrem porque muita gente ainda acha que isso não existe, que é uma doença inventada por preguiçosos, enquanto, na verdade, eles realmente precisam de tratamento”, esclarece Antônio Geraldo da Silva, pai de Ana Luiza, psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Um dos principais fatores da disfunção neurobiológica é a herança genética. Claro que para comprovar o diagnóstico é necessário uma avaliação profunda do comportamento da criança, do ambiente e também da rotina que ela vive, tanto em casa, como na escola. “Precisamos levar em conta todo o contexto em que ela vive, escutando os pais e a escola”, afirma Rossano Lima, pai de Arthur e psiquiatra de crianças e adolescentes.

Mas, apesar de todo o contexto, a hereditariedade não pode ser descartada. Isso acontece quando o gene, ou genes, podem não ser os responsáveis pelo transtorno em si, mas, sim, por uma predisposição que a pessoa possui. Por isso, muitas crianças com TDAH possuem familiares (pais, tios, avós, irmãos) com o mesmo diagnóstico. E, segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção, várias pesquisas foram necessárias para provar que a recorrência familiar realmente pode existir.