“Morreu aos pés do meu pai”, diz irmão de jovem assassinada pelo ex-namorado em porta de escola

Juliana Fernandes Cândido, de apenas 19 anos, morreu a tiros na última quinta-feira após sair da escola de enfermagem. O maior suspeito é o ex-namorado que não soube lidar com o término do relacionamento

Resumo da Notícia

  • Juliana Fernandes Cândido, de apenas 19 anos, morreu a tiros na última quinta-feira
  • A jovem estava saindo do curso de enfermagem quando levou disparos pelas costas
  • O maior suspeito é o ex-namorado que não soube lidar com o término do relacionamento

Juliana Fernandes Cândido, de apenas 19 anos, morreu a tiros na última quinta-feira após sair da escola de enfermagem. O maior suspeito é o ex-namorado que não soube lidar com o término do relacionamento. O pai da vítima foi buscar ela na porta do curso, e infelizmente presenciou a cena toda.

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“Ela foi assassinada na frente do meu pai, morreu ali aos pés do meu pai sem que pudesse fazer nada. Aos 76 anos meu pai teve que ver a vida da filha dele ser tirada sem motivo”, contou o irmão Renan Fernandes, ao portal do G1. Juliana saía da escola onde fazia o curso técnico de enfermagem e seguia a caminho do carro onde o pai a esperava, quando foi atingida por disparos pelas costas. Para conferir o vídeo da câmera de segurança clique aqui!

A ação foi flagrada por câmeras de segurança que mostram que, após o primeiro disparo, a jovem cai e recebe mais um tiro. O pai estava no carro e foi surpreendido pelos disparos. Ao sair para socorrer a filha, ela já não havia resistido aos disparos. A família contou que sabia que ela tinha um relacionamento, conhecia o jovem, mas a jovem não havia comentado sobre o término. A família soube do fim do namoro por amigos.

Juliana estava fazendo um curso de enfermagem
Juliana estava fazendo um curso de enfermagem (Foto: Reprodução/G1)

Após o crime, a polícia foi até a casa do ex-namorado e encontrou endereços relacionados a ele, mas o jovem não foi encontrado. Ele é tido pela investigação como o principal suspeito. Juliana fazia técnico de enfermagem e seguia o mesmo caminho da família, que atuava na área da saúde. O irmão trabalha com resgate e o sonho dela era seguir a profissão.

“Ela estava animada, queria trabalhar com o resgate, estava indo bem. Tinha um futuro brilhante pela frente, mas teve a vida interrompida por alguém que tirou dela o direito de viver sem motivo”, comentou o irmão. O corpo de Juliana está no Instituto Médico Legal (IML) em Taubaté e a família espera que seja liberado para marcar o horário de velório e enterro. Segundo a polícia, eles seguem fazendo buscas para encontrar o suspeito e analisando as imagens das câmeras do entorno para ajudar na identificação.