Número de bebês gêmeos no mundo aumentou 42% nos últimos anos, diz estudo

Para chegar neste resultado, os pesquisadores reuniram dados de 165 países ou territórios e fizeram um comparativo entre os períodos de 1980 a 1985 e 2010 a 2015

Resumo da Notícia

  • Você já teve a impressão de que cada vez mais as mães estão dando à luz gêmeos?
  • Pois é, um  estudo publicado na revista britânica Human Reproduction confirmou esse fato ao constatar que em cinco anos, o número de bebês gêmeos aumentou 42%;
  • Mas o mesmo estudo garante que esse número tende a cair.

Você já teve a impressão de que cada vez mais as mães estão dando à luz gêmeos? Pois é, um  estudo publicado na revista britânica Human Reproduction confirmou esse fato ao constatar que em cinco anos, o número de bebês gêmeos aumentou 42%.

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Houve um aumento no númeo de nascimento de gêmeos no mundo (Foto: Freepick)

Ou seja, de acordo com o artigo, 1,6 milhão de gêmeos nascem por ano no mundo – o equivalente a uma em cada 42 crianças. Para chegar neste resultado, os pesquisadores reuniram dados de 165 países ou territórios e fizeram um comparativo entre os períodos de 1980 a 1985 e 2010 a 2015.

Os dados se acentuam quando se nota que o número total de nascimentos cresceu somente 8% em 30 anos e o número de gêmeos foi para 42%. E segundo o documento, há um motivo: os responsáveis da Universidade de Oxford assinalaram o fato de cada vez mais mulheres estarem tendo gestações tardias e optando por métodos de reprodução assistida, como a Fertilização In Vitro (FIV).

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Nos últimos anos, mais gêmeos nasceram no mundo (Foto: Freepick)

“Nossos resultados mostram que as taxas de gêmeos recentemente alcançaram altas históricas, com índices de mais de 15 nascimentos de gêmeos por 1000 nascimentos totais em vários países, incluindo os Estados Unidos, Canadá, União Europeia, Israel, Coréia do Sul, Taiwan e praticamente todos os países da África”, explica o estudo.

Os pesquisadores ainda esclarecem que é possível que este cenário se altere ao longo dos anos. “É possível que, nesses países, os índices observados entre 2010 e 2015 estivessem em seu maior ápice e as taxas comecem a decair na próxima década”.