Professora gera revolta após agredir criança de 1 ano em sala de aula

A mulher estava penteando o cabelo da menina, e em alguns momentos, acaba puxando os fios com movimentos bruscos. O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo

Resumo da Notícia

  • Professora gera revolta após agredir criança de 1 ano em sala de aula
  • A mulher estava penteando o cabelo da menina, e em alguns momentos, acaba puxando os fios com movimentos bruscos
  • O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo

Na terça-feira, 15 de março, uma professora foi vista agredindo uma criança de 1 ano e 10 meses, em uma escola em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A mulher estava penteando o cabelo da menina, e em alguns momentos, acabou puxando os fios com movimentos bruscos.

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Franco Antunes, advogado que está defendendo o caso, contou que a mãe notou que a filha estava com marcas no rosto no dia da agressão. “Questionou lá na hora, mas a pessoa não respondeu nada. A escola tem um sistema de monitoramento e a mãe pegou e acessou o episódio das agressões”, afirmou ele.

Professora gera revolta após agredir criança de 1 ano em sala de aula
Professora gera revolta após agredir criança de 1 ano em sala de aula (Foto: Reprodução / g1)

“A família espera que ocorra uma ampla investigação. A família quer saber se foi uma prática isolada ou se aconteceu de forma reiterada. Também é uma preocupação da família que a investigação ocorra de maneira efetiva para que a família fique sabendo se isso, eventualmente, possa ter ocorrido com outras crianças”, continuou ele.

“Ela já vinha percebendo que a filha estava com algumas alterações de comportamento, estava mais assustada, chorando para ir à escola. Falavam para ela que é coisa da idade, mas ela percebia que o sono da criança estava diferente, com pesadelo e vindo com marcas de mordida de outras crianças”, disse.

Professora gera revolta após agredir criança de 1 ano em sala de aula
Professora gera revolta após agredir criança de 1 ano em sala de aula (Foto: Reprodução / g1)

Além disso, a mãe relatou que já havia encontrado marcas de mordidas e mudanças de comportamento no ano passado. “A mãe reclamou sim, escrevendo na agenda, chegou a ir na escola, conversou com a professora e direção e disseram para ela que isso acabava acontecendo, que elas estavam atentas, mas que um caso ou outro acabava acontecendo porque até segundo Freud, mordida nessa idade é normal”, continuou.

A escola emitiu uma nota se pronunciando sobre o caso: “A família Paris na manutenção da qualidade e transparência de seus trabalhos, vem através desta lamentar o ocorrido, infelizmente a ocorrência da conduta inadequada de uma funcionária, sendo a mesma exonerada de imediato por justa causa, foge aos princípios e preceitos educacionais e socioemocionais, onde é totalmente inadmissível qualquer comportamento, fala ou ato que venha constranger ou se quer prejudicar o alicerce familiar de suas crianças”.

“A transparência sempre foi e sempre será o balizador da nossa Escola, seguindo com competência, amor e dedicação. Sendo assim, em qualquer situação cotidiana ou inesperada aos nossos comprometimentos e responsabilidades estamos abertos a esclarecimentos e prontos a atendê-los.”