Seu filho pode viver até 150 anos, defende pesquisa

Uma pesquisa baseada em estilo de vida e resiliência, realizada uma empresa de biotecnologia e pelo Roswell Park Comprehensive Cancer Center, concluiu que um ser humano é capaz de manter-se vivo por até 150 anos

Resumo da Notícia

  • Uma pesquisa concluiu que um ser humano pode viver até os 150 anos
  • O estudo levou em considerações os principais fatores para a longevidade: estilo de vida e resiliência
  • Ele foi realizado pela empresa de biotecnologia Gero em parceria com a Roswell Park Comprehensive Cancer Center, de Nova York

Já imaginou que seu filho pode viver por mais de um século? Por mais que não exista uma fórmula mágica de prolongar a vida de alguém, um estudo acredita que um ser humano é capaz de manter-se vivo por até 150 anos. A pesquisa foi realizada pela Gero, uma empresa de biotecnologia localizada em Cingapura,  juntamente com a Roswell Park Comprehensive Cancer Center, de Nova York e teve suas informações divulgadas pelo Daily Mail.

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Para chegar à conclusão, as empresas envolvidas no estudo analisaram amostras de sangue de voluntários dos Estados Unidos e da Inglaterra. Com isso, os cientistas conseguiram desenvolver um programa de inteligência artificial baseados em estilo de vida e resiliência, principais fatores ligados à longevidade.

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A pesquisa concluiu que seres humanos podem viver até 150 anos (Foto: Getty Images)

O estudo mostrou que existem fatores que diminuem a longevidade das pessoas, como exercícios, doenças e estresse. Quando falamos em resiliência, é sobre a maneira como o corpo reage aos itens anteriores e qual é a rapidez que o organismo se recupera de determinados problemas e lesões.

Usando um aplicativo desenvolvido e pensando para celulares iPhone, os pesquisadores criaram um banco de dados que consegue estimar quanto tempo cada usuário pode viver. “Este trabalho é uma demonstração de como conceitos emprestados das ciências físicas podem ser usados na biologia para sondar diferentes aspectos da senescência e da fragilidade para produzir fortes intervenções contra o envelhecimento”, comentou o fundador da Gero, Peter Fedichev, em entrevista ao Daily Mail.