Viajar na pandemia: estudo mostra risco de contaminação ao andar de avião com máscara

Segundo novo estudo, divulgado na última quinta-feira, 15 de outubro, as pessoas não precisam mais se preocupar com a circulação do novo coronavírus no ar em aviões

Resumo da Notícia

  • Estudo mostra risco de contaminação do novo coronavírus em viagens de avião com máscara
  • Apesar de os testes terem demonstrado baixo-risco ainda há diversos fatores que não foram considerados na pesquisa
  • A incerteza no comportamento humano com as conversas e o comportamento pode mudar o risco e a direcionalidade

Um novo estudo, divulgado na última quinta-feira, 15 de outubro, sancionou a dúvida de milhares de pessoas sobre o risco de pegar o novo coronavírus em viagens de avião. Segundo a CNN, as pessoas não precisam mais se preocupar com a circulação do novo coronavírus no ar em aviões.

-Publicidade-

O pesquisa do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, explicou que o sistema de ventilação das aeronaves são potentes o suficiente para quando filtrarem o ar removerem as partículas que podem transmitir o vírus, apontando baixo risco de contágio, claro, usando máscaras o tempo inteiro.

As pessoas não precisam mais se preocupar com a circulação do novo coronavírus no ar em aviões (Foto: Getty Images)

Ainda no começo da pesquisa a muito a se pesar, como quando alguém contaminado espirra ou tosse diretamente em um passageiro ou em superfícies com pequeno espaço, como o banheiro do avião. Eles ainda fizeram uma simulação com um voo cheio de viajantes.

-Publicidade-

Eles ainda experimentaram com um manequim, usando máscara cirúrgica, contaminado com um vírus respiratório tossia na nave. A equipe, usou rastreadores de aerosol fluorescentes para ver onde as partículas foram e perceberam que elas eram logo sugadas pelo aparelho de ventilação e dificilmente paravam em superfícies próximas ou zonas de respiração de pessoas próximas.

“Os testes presumem que, se o uso da máscara for contínuo, o número de pessoas infectadas é baixo”, escreveram os pesquisadores. “A contaminação de superfícies por vias não aerossóis (gotas grandes ou contaminação fecal) é mais provável em banheiros e outras áreas comuns e isso não foi testado aqui”, adicionaram.

No entanto ainda há diversos outros elementos que o estudo não avaliou (Foto: Getty Images)

“Os testes não incluíram movimentos substanciais em todo o avião ou no aeroporto, saguão ou ponte, onde as taxas de troca de ar e as interações humanas variam”, disse a equipe de pesquisa.

“Da mesma forma, o manequim permaneceu voltado para a frente, a incerteza no comportamento humano com as conversas e o comportamento pode mudar o risco e a direcionalidade nos assentos mais próximos de uma pessoa, especialmente para gotas grandes.”, concluíram.

-Publicidade-