Vizinha denuncia mãe e padrasto por maus-tratos contra os filhos: “Trancou em banheiro para bater”

O caso aconteceu em Ceilândia. A denúncia para a polícia foi feita por uma vizinha da família, o pai já sabia das agressões há um ano e tentava conseguir a guarda dos filhos na Justiça

Resumo da Notícia

  • Uma mãe padrasto estão sendo investigados após denúncias de agressão contra crianças
  • As vítimas de seis, nove e 12 anos de idade sofriam maus-tratos há cerca de um ano
  • Uma vizinha denunciou o casal à polícia

No Distrito Federal, mãe e padrasto estão sendo investigados após uma vizinha denunciar maus tratos contra crianças de seis, nove e 12 anos de idade.

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O caso aconteceu em Ceilândia. A vizinha contou à polícia que a mãe e o padrasto agrediam as crianças todos os dias. O pai das vítimas contou à TV Globo que as agressões que os filhos sofriam não eram algo recente e que está no aguardo para receber a guarda dos filhos: “Sempre fui no Conselho Tutelar, sempre busquei ajuda”. Ele também afirmou que já foi até a casa da ex-esposa buscar os filhos quando soube das agressões.

O pai também contou que as crianças moram há um ano na casa da mãe e que desde que os dois se separaram, um dos filhos já havia contado sobre as agressões. Fora isso, segundo o relato do homem, os filhos apresentavam machucados e hematomas e que o pior episódio de agressão foi em junho de 2021: “A mãe trancou [a filha] em um quarto, no banheiro, para poder bater nela. E a avó materna e a bisavó materna arrombaram a porta e interviram”. Após isso, o casal bateu tanto na menina quanto nas avós.

O pai está tentado conseguir a guarda dos filhos na justiça
Uma vizinha da família denunciou os maus-tratos para as autoridades (Foto: Reprodução / Getty Images)

Uma vizinha também chegou a procurar o Conselho Tutelar e relatar os maus-tratos para o pai. Contudo, após a denúncia, a vizinha afirma que o padrasto está a ameaçando e é advogado: “Uma vizinha deles me encontrou no Instagram e ela me explicou que, há cerca de um ano, eles moram no mesmo condomínio, e que as agressões são diárias”.