Mãe que deu à luz em coma por causa da covid-19 segura bebê pela primeira vez mais de um mês após parto

Sophie Byrne, de 28 anos de idade, foi obrigada a dar à luz em coma induzido por causa de complicações da covid-19. Agora, finalmente, pôde segurar Joseph 6 semanas após o parto!

Resumo da Notícia

  • Uma mãe finalmente pôde segurar o filho pela primeira vez 6 semanas após o parto
  • O caso aconteceu com Sophie Byrne, de 28 anos de idade
  • Ela precisou dar à luz 11 semanas da data prevista por meio de um parto cesárea enquanto estava em coma induzido por complicações da covid-19

Reencontro! Uma mãe em Liverpool, na Inglaterra, comemorou por poder finalmente segurar o seu bebê no colo – 6 semanas após o parto. Isso porque, por lá, Sophie Byrne precisou dar à luz ao primeiro filho 11 semanas antes da data prevista por meio de um parto cesárea enquanto estava em coma induzido por complicações da covid-19.

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Agora, Sophie comemora que pode, finalmente, conhecer e pegar Joseph com as próprias mãos. Ao portal Daily Mail, a mãe descreveu os momentos de horror até que finalmente se curasse da covid-19. “Os funcionários do hospital informaram minha família que talvez eu não sobrevivesse ao parto porque estava muito fraca. Eles permitiram que o pai de Joseph entrasse e me visse, mas não liberaram a entrada dos meus pais, devido ao risco de contaminação pela covid”, relembra.

Por sorte, Joseph nasceu saudável e pôde ser transferido para a ala neonatal do hospital, enquanto a mãe foi subitamente transferida para a área dos respiradores. Sophie adiou a vacinação contra a covid-19 por medo dos efeitos colaterais no filho durante a gravidez, mas se infectou com o vírus e teve de passar 9 semanas hospitalizada.

Sophie ficou 9 semanas internada por causa da covid-19
Sophie ficou 9 semanas internada por causa da covid-19 (Foto: Reprodução/ Daily Mail)

No último dia 4 de outubro, porém, segurou o filho no colo pela primeira vez. “Pude segurar Joseph pela primeira vez em 4 de outubro. Eles me deixaram ver Joseph pela primeira vez em meados de setembro por chamada de vídeo, mas eu estava fortemente sedada e não consigo me lembrar de nada sobre aquele dia”, conta.

E, enfim, ainda faz um apelo: “Tive de aprender a andar de novo porque fiquei muito tempo na cama. E tive que aprender a comer novamente depois de passar por uma traqueostomia. Tem sido difícil e há um longo caminho pela frente. Covid quase me matou e eu não tinha nenhum problema de saúde. Agora, quero ser vacinada em breve e mal posso esperar. As pessoas precisam levar isso a sério. Não duvidei da existência da doença, mas não avaliei totalmente como ela poderia ser devastadora”.