Desligar

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Isso mesmo. DESLIGAR. Assim, com todas as letras. Pode soletrar, devagar, pra você mesmo. Desligar do chororô chato, da lista do “tem que” daquela vontade de se trancar no banheiro e chorar, das inevitáveis chatices do dia a dia que temos que enfrentar, daqueles problemas pequenininhos, que não são tão importantes em si, mas que na soma acabam com a nossa energia, dos palpites (ai, como tem palpite, socorro!) desligar do que o vizinho pensa ou faz, enfim… Desligar! Pra poder rir, descansar a cabeça… E não, por favor, ninguém aqui está falando de ser irresponsável, leviano ou superficial. Muito pelo contrário! O problema é que a gente não consegue desligar exatamente por não ser assim, por querer resolver tudo, ser tudo, fazer tudo. Ufa! Não dá. Equilíbrio é a palavra chave. Desliga, sim. Você pode. E amanhã é outro dia.

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