Ministério da Saúde libera cloroquina para tratamento médico de coronavírus dentro de hospitais somente em casos graves

O anúncio aconteceu durante coletiva de imprensa na tarde da última quarta-feira, 25 de março

Resumo da Notícia

  • Ministério da Saúde divulga atualizações sobre os casos de coronavírus no Brasil
  • Já são 2.433 casos confirmados e 57 mortes no país
  • Apesar da liberação para uso médico do medicamento, ele não é indicado para a prevenção da Covid-19
Medicação só pode ser usada por médicos e em casos graves (Foto: Getty Images)

Na tarde desta quarta-feira, 25 de março, o Ministério da Saúde faz uma transmissão ao vivo da coletiva de imprensa para dar novas informações aos brasileiros sobre a situação do coronavírus no país.

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Durante a fala, o Ministério anunciou que vai liberar o uso do medicamento para malária, a cloroquina, no tratamento de pacientes graves de coronavírus. Serão liberados 3,4 milhões de unidades do medicamento a partir de sexta-feira.

A ideia é que os médicos possam avaliar o uso do medicamento nos pacientes graves. Denizar Vianna, Secretário da Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, aproveitou para reforçar o alerta de que o uso da cloroquina deve ser apenas médico. “Não usem esse medicamento fora do ambiente hospitalar. A cloroquina não está indicada para prevenção do coronavírus. Não é indicado para sintomas leves”, disse.

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No protocolo, estão previstos cinco dias de tratamento com o medicamento, sempre dentro do hospital e monitorado por equipe médica, já que pode ter reações e efeitos colaterais. “O que estamos fazendo é deixar o medicamento à mão do profissional médico. Se ele entender que o paciente grave pode se beneficiar, o que vamos fazer é deixar esse remédio ao alcance dele”, acrescentou Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde.

Atualização de números da Covid-19 no Brasil

O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, atualizou os dados e até então, o número de infectados é de 2.433 casos confirmados e 57 mortes.

Segundo o Ministério,  São Paulo continua sendo o epicentro da doença, com 862 infectados e 48 mortes. O segundo estado brasileiro com mais óbitos registrados é o Rio de Janeiro, com 6, seguido por Amazonas, Pernambuco e Rio Grande do Sul, com 1 cada.

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