Gravidez

Estudo afirma que UTIs pediátricas possuem mais bactérias do que de pacientes adultos

A pesquisa foi feita no Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto (SP)

Ingrid Campiteli

Ingrid Campiteli ,filha de Sandra e Paulo

 

(Foto: Getty Images)

Segundo especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 10 milhões de pessoas deverão morrer, por anos, pela contaminação bacteriana. Pensando nisso, foi realizado uma coleta de amostras na Unidade Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto (SP) para identificar a quantidade e os tipos de bactérias que se proliferam nesses ambientes.

As amostras foram feitas de colchões, teclados, prontuários médicos, equipamentos, canetas, mesas, entre outros. O resultado obtido apontou que a maioria das bactérias encontradas nesses objetos é resistente aos produtos de limpeza usados todos os dias e, muitos deles, podem causar doenças.

Nas UTIs pediátricas foram encontradas bactérias em maior número e mais diversificados em comparação às UTIs de pacientes adultos. “Uma das hipóteses para este resultado é que haja maior fluxo de visitantes nas unidades intensivas que abrigam bebês e crianças. Isso também expõe o ambiente a riscos maiores, pois esta é a faixa etária mais vulnerável à contaminação bacteriana”, afirmou professora e doutora da USP María Eugenia Guazzaroni que participou da pesquisa.

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