Conheça as obras literárias deixadas por Jô Soares: uma delas é a autobiografia do humorista

O apresentador Jô Soares faleceu na madrugada dessa sexta-feira, dia 5 de agosto, mas deixou a marca registrada nos livros que escreveu em vida: conheça agora alguns deles

Resumo da Notícia

  • Em vida, Jô Soares escreveu ao menos 10 livros
  • Dentre eles, uma autobiografia
  • O apresentador faleceu nessa sexta-feira, 5 de agosto

Jô Soares faleceu nessa sexta-feira, do dia 5 de agosto, no Hospital Sírio-Libanês, no Centro de São Paulo. Diversos artistas, amigos de trabalho e familiares fizeram homenagens ao apresentador e humorista, e o ponto em comum dentre todas elas foi a afirmação da saudade que ele vai deixar. Em vida, Jô Soares escreveu ao menos 10 livros, dentre eles uma autobiografia, que serão responsáveis por manter as memórias do humorista vivas.

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Jô Soares escreveu uma autobiografia (Foto: Reprodução/Instagram/@josoaresoficial_fc)
Jô Soares escreveu uma autobiografia (Foto: Reprodução/Instagram/@josoaresoficial_fc)

Além da extensa carreira em canais de comunicação como TV, cinema e teatro, o humorista deixou uma coleção de livros escritos por ele. Dentre os mais populares “O Xangô de Baker Street”, lançado em 1995, e posteriormente transformado em filme, e “O Homem que Matou Getúlio Vargas”, escrito em 1998, que elabora a biografia de personagens históricos para o país, de forma cômica, característica de Jô Soares.

Outras obras literárias lançadas por ele, foram O Astronauta Sem Regime, Humor Nos Tempos do Collor, A Copa Que Ninguém Viu e a Que Não Queremos Lembrar, Assassinatos na Academia Brasileira de Letras, As Esganadas; além de participações em livros de outras pessoas como em Os Dilemas do Fantasma e do Capitão América, de Álvaro de Moya. Para mais, Jô Soares escreveu uma autobiografia que dividiu em duas partes: “O Livro de Jô – Uma Autobiografia Desautorizada – Vol. 1” e “O Livro de Jô – Uma Autobiografia Desautorizada – Vol. 2”.

Em um dos trechos do segundo volume da Autobiografia, o apresentador fala, com carinho, da trajetória profissional: “Foram sessenta anos de vida profissional, 28 anos de entrevistas, 14426 conversas, cerca de 1300 dias de programas de humor na TV, trezentos personagens, 43 anos fazendo one-man shows, dirigi 24 peças de teatro e atuei em onze, foram dez filmes como ator e um como diretor, oito exposições como pintor, um show como músico e cantor, quinze programas de televisão como redator, nove livros, contando com este”.

Ele continua: “Multipliquem esses números pela quantidade de profissionais que trabalharam comigo ao longo desses anos. Impossível lembrar de tudo e de todos. A única certeza é que eu não teria feito nada disso sozinho. Eu sou o conjunto dessas pessoas — e felizmente sou gordo o bastante pra que todas caibam no meu corpinho”.

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