Estudo defende que os dentes são capazes de contar a história da nossa vida e explica como

A pesquisa realizada pelo Departamento de Antropologia e da Faculdade de Odontologia da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, é só o começo de novas descobertas no mundo da odontologia

Resumo da Notícia

  • Um estudo feito pelo Departamento de Antropologia e da Faculdade de Odontologia da Universidade de Nova York, nos EUA, mostrou que os dentes podem ter memória
  • Um elemento no centro dos dentes chamado "cemento" guarda informações fisiológicas de cada indivíduo
  • Os cientistas conseguiram determinar, com precisão, alterações hormonais, gravidez, menopausas, diferenças de idade de cada participante da pesquisa
Existe na superfície da raiz dos nossos dentes um tecido mineralizado que cria uma nova camada todo ano, ele conta a história fisiológica da pessoa (Foto: iStock)

A revista científica Nature publicou um estudo que defende que os dentes podem contar nossa história. Isso porque, de acordo com os cientistas, existe na superfície da raiz dos nossos dentes um tecido mineralizado que cria uma nova camada todo ano, ele conta a história fisiológica da pessoa. Imagina!

-Publicidade-

A pesquisa foi feita com 47 dentes e 15 pessoas, os pesquisadores analisaram a vida e o história médico de cada participante. A camada que falamos acima é chamada pelos dentistas de “cemento”, esse elemento traz informações sobre os acontecimentos da vida do dono daqueles dentes. “Esses ‘anéis’ dentários são um arquivo fiel de experiências fisiológicas que vão desde gravidezes e doenças até encarceramentos e menopausas, sendo que todos deixam uma marca distinta e permanente”, contou Paola Cerrito, pesquisadora do Departamento de Antropologia e da Faculdade de Odontologia da Universidade de Nova York, nos EUA.

Através do “cemento”, os cientistas conseguiram determinar, com precisão, alterações hormonais, gravidez, menopausas, diferenças de idade de cada participante da pesquisa (Foto: Getty Images)

Através do “cemento”, os cientistas conseguiram determinar, com precisão, alterações hormonais, gravidez, menopausas, diferenças de idade de cada participante da pesquisa. “Os resultados mostram que o esqueleto não é estático, mas sim dinâmico”, comentou a pesquisadora.

-Publicidade-

Agora, você pode receber notícias da Pais&Filhos direto no seu WhatsApp. Para fazer parte do nosso canal CLIQUE AQUI!

-Publicidade-