EUA anunciam reabertura das fronteiras para crianças estrangeiras não vacinadas

O governo norte-americano se pronunciou em entrevista para a Global News sobre o retorno do turismo para crianças menores de 12 anos de idade

Resumo da Notícia

  • Os EUA estão abrindo as fronteiras do país para estrangeiros que irão viajar para o país
  • As vacinas aceitas no estrangeiro foram recomendadas pela OMS
  • O protocolo adotado para o acolhimento de adolescentes ainda não foi divulgado

Nesta segunda-feira, dia 18 de outubro, o porta voz da Casa Branca foi questionado pela Global News, uma emissora de tevê canadense, sobre a questão da admissão de crianças não vacinadas para viajarem para os Estados Unidos, caso elas sejam acompanhadas por um adulto que tenha recebido as doses dos imunizantes autorizados dentro do país.

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Os Estados Unidos comunicaram no dia 15 de outubro a retomada do turismo no país, a partir do dia 8 de novembro. Entretanto, esta reabertura das fronteiras não deixou claro sobre a entrada de estrangeiros menores de 12 anos não vacinados, que não foram selecionados para receber imunizantes tanto no território norte americano quanto no Brasil.

Um dos destinos mais procurados pelos brasileiros é para a cidade de Orlando, onde ficam alguns parques da Disney Word (Foto: Reprodução/ Quem)

As vacinas aceitas atualmente no país incluem a Sinovac, conhecida também como Coronavac, a Janssen, a Aztrazeneca (Covishield ou Vaxzevria), a Moderna, a Pfizer/BioNTech e a Sinopharm. No caso do turismo, as autoridades sanitárias afirmaram que qualquer visitante precisa ter recebido alguma das vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para uso emergencial.

Sobre os turistas que entrarem em território americano, seja por via terrestre ou marítima, estes não precisarão ser testados. Além disso, os brasileiros que se recuperaram da covid-19 entre 14 e 90 dias antes da ida aos EUA podem apresentar um resultado positivo do teste e uma carta emitida por uma autoridade sanitária com a liberação para viajar.

O governo norte-americano não apresentou ainda qual será o protocolo adotado em relação aos adolescentes entre 12 e 18 anos, embora a faixa etária se qualifique para vacinação tanto no Brasil quanto nos EUA.