Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert falam sobre namorar com 3 filhos em casa: “Não deixamos porta aberta”

O casal é pai dos gêmeos Francisco e João, de 13 anos e a Maria, de 1 ano. O tema do episódio de ‘Bem Juntinhos’ da semana foi “diálogo”

Resumo da Notícia

  • Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert comentaram no programa 'Bem Juntinhos' dessa semana sobra a dificuldade de terem privacidade agora que eles tem 3 filhos
  • Eles são pais dos gêmeos Francisco e João, de 13 anos e a Maria, de 1 ano
  • O tema do episódio da semana foi "diálogo"

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert comentaram no programa ‘Bem Juntinhos’ dessa semana sobra a dificuldade de terem privacidade agora que eles tem 3 filhos, os gêmeos Francisco e João, de 13 anos e a Maria, de 1 ano. O tema do episódio foi “diálogo” e eles confessaram que, neste momento, ele não têm conversado muito sobre e durante o sexo, especificamente, muito pela falta de privacidade.

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“Quando mais quietinho a gente for, é melhor para o nosso momento. Tem parede, tem porta, a sensação é que alguém sempre vai abrir. E abre, né, amor!, contou Fernanda. “A nossa maior nóia dentro de casa é da gente deixar a porta aberta. A gente vai lá e dá uma olhada três vezes”, adicionou Hilbert.

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert falam sobre dificuldade de namorar agora com 3 filhos (Foto: Reprodução/ GNT)

Sobre conversar com o parceiro sobre namorar a jornalista disse: “Eu não sei se a gente deveria falar mais, a gente não é muito de ficar conversando, comentando, mas também são muitos anos, bastante intimidade, a gente já sabe mais ou menos como flui as coisas”.

Para comentar sobre o tema o casal recebeu a atriz Maria Bopp, conhecida pela sua personagem da ‘Blogueirinha do fim do mundo’, e o professor e filósofo Silvio Almeida. Para o professor sexo não é muito comentado por tabus da nossa sociedade: “Quando você fala de futebol, quando você fala de religião, quando você fala de política, você mexe com coisas que fazem com que as pessoas, necessariamente, tenham que sair da sua zona de conforto. As pessoas têm que racionalizar e, portanto, elas têm que dialogar a respeito disso. Então perceba que a nossa sociedade é formada por um certo pacto de silêncio em torno de certas coisas, que inclusive nos levam para o buraco”, explicou.