Filha de Caroline Bittencourt faz relato dois anos após morte da mãe: “Ela viveu tudo”

A modelo faleceu em 2019 depois de desaparecer durante um passeio de barco

Resumo da Notícia

  • Isabelle Bittencourt, filha da modelo Caroline Bittencourt usou as redes sociais na última segunda-feira, 26 de abril;
  • A jovem compartilhou um relato em homenagem à mãe;
  • A modelo faleceu em 2019 depois de desaparecer durante um passeio de barco.

Isabelle Bittencourt, filha da modelo Caroline Bittencourt usou as redes sociais na última segunda-feira, 26 de abril, para compartilhar um relato em homenagem à mãe, que faleceu em 2019,  depois de desaparecer durante um passeio de barco.

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“Uma das perguntas que mais recebo no Instagram é sobre como superei e como consegui seguir adiante. Acho muito importante que pessoas que passam por situações parecidas consigam ter relatos de outras pessoas. Então, decidi dar o meu relato”, disse.

Depoimento filha Caroline Bittencourt (Foto: Reprodução/ Instagram)

A jovem então começou a explicar como lida com a perda: “Minha avó que estava mal, meu avô e meu padrasto. Eu queria abraçar todas essas pessoas e trazer para perto”, disse. Foi nesse momento que Isabelle tomou o papel de quem cuida e não de quem é cuidada.

No entanto, toda essa resistência não durou muito. A menina contou que aos poucos, foi perdendo a fé na vida. “A primeira coisa que questionei e deixei de acreditar foi Deus. Para mim, não era possível Deus ter deixado aquilo acontecer comigo. Para mim, a morte era uma forma de me castigar e castigar a minha mãe. Eu achava muito injusto”, conta.

(Foto: reprodução/Instagram)

Perdida, Isabelle pensou: “Naquele momento, eu parei de acreditar em Deus e fui me perdendo. Eu não entendia por que a gente tinha que ter relações interpessoais. Não entendia por que eu tinha que conviver com a minha família e amigos. Por que eu tinha que ir para a faculdade, escola e trabalhar? Qual o objetivo disso tudo?”.

Mas depois de muita tristeza, em uma conversa com o pai, a garota entendeu que aquele processo fazia parte do ciclo e decidiu buscar ajuda de psicólogos, psiquiatras e, na sequência, ajuda espiritual – o que, de acordo com ela, mudou sua percepção da vida.

E após dois anos, a filha percebeu: “Ela viveu tudo que tinha para viver. Ela viajou, casou, o que era o sonho dela, teve uma filha e muito sucesso. Ela teve uma carreira linda, por mais que estivesse acabando a faculdade. Creio que tudo isso são fatores que mostram que ela terminou a missão dela aqui, que estava evoluída espiritualmente e conseguiu ir para um plano superior.”